- O eurodeputado Sebastião Bugalho afirmou que, em dias, estará pronta uma equipa de resposta e ajuda humanitária portuguesa no terreno, para apoiar os sismos na Venezuela.
- A equipa visa ajudar os venezuelanos mais afetados, num balanço que inclui milhares de mortos e feridos desde 24 de junho, conforme fontes oficiais e da ONU.
- Bugalho disse que o Governo, através do secretário de Estado das Comunidades, já mobilizou forças de resposta imediata que já estão na Venezuela.
- Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, há 89 portugueses desaparecidos ou incontactáveis, com 53 vítimas mortais, incluindo oito crianças.
- A base de operações fica em Catia la Mar, La Guaira, perto de Caracas, onde a missão portuguesa atua desde os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 e várias réplicas.
O eurodeputado e porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, anunciou esta segunda-feira que, em dias, estará pronta uma equipa de resposta e ajuda humanitária portuguesa para apoiar as vítimas dos sismos na Venezuela. A declaração ocorreu durante uma conferência de imprensa sobre dados do INE.
Bugalho explicou que o Governo já mobilizou forças de resposta imediata, com o secretário de Estado das Comunidades no terreno, e que a equipa portuguesa estará em breve a operar junto dos venezuelanos necessitados. O objetivo é apoiar quem mais precisa no terreno.
O político sublinhou que a comunidade portuguesa na Venezuela deverá ser uma das mais afetadas pelos sismos. O Governo de Portugal comprometeu-se a não deixar nenhum português ou lusodescendente sozinho na Venezuela.
Situação na Venezuela
Os sismos registados a 24 de junho tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5, a cerca de 200 km de Caracas, com menos de um minuto entre eles, seguidos por mais de 20 réplicas. A cidade de Caracas e a região de La Guaira sofreram danos significativos.
Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas. O balanço do Ministério dos Negócios Estrangeiros indica 89 portugueses desaparecidos ou incontactáveis, com 53 mortos, incluindo 8 crianças. Equipas de busca de vários países estão no terreno. A base de operações da missão portuguesa fica em Catia la Mar.
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