- Noos Jardins de Kew, em Londres, um carvalho-vermelho que morreu na onda de calor de 2022 foi pintado de vermelho vivo e mantido de pé como lembrete das alterações climáticas.
- Mais de quatrocentas árvores no recinto morreram durante o calor extremo de 2022; a maioria foi removida.
- Ao lado fica a “Árvore da Esperança”, um carvalho-húngaro resistente ao clima, escolhido pela sua capacidade de suportar temperaturas mais altas.
- Painéis e exposições ajudam os visitantes a conhecer as duas árvores e o contexto das mudanças climáticas.
- Os responsáveis de Kew afirmam que o contraste entre a árvore morta e a jovem pretende estimular a reflexão sobre como as alterações climáticas estão a transformar as paisagens no Reino Unido.
Nos Jardins de Kew, em Londres, um carvalho-vermelho que morreu durante a vaga de calor de 2022 foi pintado de vermelho vivo e permanece de pé como lembrete público dos impactos das alterações climáticas.
A intervenção surge numa altura em que a cidade regista temperaturas invulgarmente elevadas para junho. Segundo a direção de Kew, mais de 400 árvores no espaço morreram durante o verão de 2022 devido ao calor extremo.
Apesar da perda, o carvalho-vermelho continua no local para chamar a atenção para a subida das temperaturas e o seu efeito no ambiente natural. Ao lado, ergue-se a Árvore da Esperança, um carvalho-húngaro mais resistente ao clima quente.
Visitas ao recinto permitem conhecer as duas árvores através de painéis e exposições. A diferença entre a árvore morta e a árvore resistente pretende incentivar a reflexão sobre as alterações climáticas e a transformação das paisagens no Reino Unido.
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