- A população da União de Freguesias de Carragozela e Várzea de Meruge, em Seia, denuncia poluição no rio Cobral causada por descargas de queijarias locais.
- Um abaixo-assinado a pedir intervenção das autoridades está a circular entre os residentes.
- O problema é visto como agravado pela mudança de proprietários das queijarias da região.
- O Cobral já apresenta tom leitoso devido às descargas.
- Não há informações disponíveis sobre ações já tomadas pelas autoridades até ao momento.
O rio Cobral tornou-se alvo de contestação na União de Freguesias de Carragozela e Várzea de Meruge, em Seia. Moradores acusam descargas de várias queijarias locais, que teriam intensificado o problema após a mudança de proprietários. A poluição é visível no leito do rio, que atravessa a aldeia de Várzea de Meruge.
A população está a recolher assinaturas para exigir intervenção das autoridades. Autarcas da freguesia também defendem que a situação merece verificação técnica e ações de mitigação, dada a origem industrial das descargas.
O rio Cobral apresenta um tom leitoso, associado às descargas das queijarias, segundo relatos locais. Abaixo-assinado circula entre residentes, pedindo medidas urgentes para travar o problema e proteger o balneável da água.
Ação da comunidade
A iniciativa popular visa obligar as autoridades a averiguar as descargas industriais e a estabelecer regras de funcionamento para as queijarias da região. O objetivo é clarificar responsabilidades e assegurar a despoluição do Cobral.
Perspetivas locais
As autoridades municipais ainda não divulgaram um calendário de fiscalização, mas o movimento cívico já levou à criação de conversas entre moradores e responsáveis pela gestão ambiental local. O desfecho depende de avaliações técnicas independentes.
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