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ULS Tâmega e Sousa trata doentes com cancro digestivo sem deslocações

ULS Tâmega e Sousa passa a tratar cancro digestivo localmente, evitando deslocações ao Porto e oferecendo tratamento sistémico no Hospital Padre Américo

Cancro digestivo
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  • A Unidade Local de Saúde do Tâmega e Sousa passou a disponibilizar tratamento sistémico para doentes com cancro digestivo no Hospital Padre Américo, em Penafiel, evitando deslocações ao Porto.
  • A resposta envolve uma equipa multidisciplinar de Oncologia, Cirurgia Geral, Enfermagem, Serviço Farmacêutico e Hospital de Dia, com articulação quando necessário com a Radioterapia da ULS São João.
  • A ULSTS serve cerca de meio milhão de pessoas em 11 concelhos e iniciou a sua atividade terapêutica em 2023 com cancro da mama, expandindo depois para cancro urológico.
  • Anualmente são diagnosticados na área da ULSTS cerca de 1.200 novos casos de oncologia, com aproximadamente 250 correspondentes a tumores do aparelho digestivo; desde março, mais de 50 doentes iniciaram tratamento localmente.
  • A diretora do Serviço de Oncologia da ULSTS afirma que a medida reforça a proximidade, conforto e acompanhamento dos doentes e das famílias.

A ULSTS anunciou que passa a tratar doentes com cancro digestivo também no Hospital Padre Américo, em Penafiel, evitando deslocações ao Porto para tratamentos sistémicos. A medida visa dar resposta local aos pacientes da região.

Até ao momento, muitos pacientes operados pela ULSTS tinham de recorrer a outras instituições para receber terapêuticas sistémicas. Com a mudança, o tratamento passa a decorrer perto de casa, em ambiente multidisciplinar.

A iniciativa envolve equipas de Oncologia, Cirurgia Geral, Enfermagem, Serviço Farmacêutico e Hospital de Dia, com apoio eventual da Radioterapia da ULS São João. A organização mantém ainda a articulação com o Hospital de São Gonçalo, em Amarante.

Segundo a direção da ULSTS, a aposta resulta de uma evolução do Serviço de Oncologia, que iniciou atividade terapêutica em 2023 com cancro da mama e expandiu-se depois ao cancro urológico. A gestão envolve a rede de cuidados locais.

Dados enviados à Lusa indicam cerca de 1.200 novos casos oncológicos por ano na área da ULSTS, dos quais aproximadamente 250 correspondem a tumores do aparelho digestivo. Desde março, já passaram mais de 50 doentes para tratamento no hospital.

A ULSTS sublinha que a nova resposta reforça a capacidade de tratamento oncológico, proporcionando proximidade, conforto e acompanhamento às famílias. A rede abrange o Hospital Padre Américo, o Hospital de São Gonçalo e os centros de saúde da região.

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