- Cláudia Campo Pinto da Costa, viúva de Jorge Nuno Pinto da Costa, reagiu publicamente com um comunicado aos relatos sobre alegados desvios de dinheiro antes da morte do antigo dirigente do FC Porto.
- Rejeita categoricamente que tenha esvaziado contas, feito desaparecer dinheiro ou praticado qualquer apropriação ilegítima.
- Alega que as matérias divulgadas são alegações unilaterais, inseridas num litígio judicial por alguém que só se lembrou do pai após o óbito.
- Afirma que não houve vitória judicial do recurso; a decisão mais recente determinou apenas o regresso do processo à primeira instância para nova apreciação de factos.
- Conclui rejeitando as imputações e informa que está em curso uma participação criminal contra o autor das falsas notícias publicadas.
A polémica em torno da herança de Jorge Nuno Pinto da Costa continua a ganhar capítulos. Alexandre Pinto da Costa apresentou queixa-crime contra Cláudia Campo Pinto da Costa por alegadas movimentações financeiras nos meses anteriores à morte do antigo dirigente do FC Porto. O que se sabe é que o litígio envolve a gestão de património e a memória do falecido líder portista.
Cláudia Campo Pinto da Costa respondeu publicamente, negando categoricamente as acusações no contexto do processo que a opõe ao filho mais velho. No comunicado, afirma que é falso alegar que tenha esvaziado contas, dissipado património ou praticado qualquer tipo de apropriação indevida.
A viúva sustenta que as informações em circulação resultam de acusações unilaterais criadas no âmbito do litígio judicial, elaboradas por alguém que só deixou de reconhecer o pai após o óbito. Alega ainda que está a ser construída uma narrativa sem correspondência com a realidade dos factos.
Além disso, diz que não houve qualquer vitória judicial da parte contrária. Reforça que não existe decisão que permita afirmar que houve ganho de recurso, acrescentando que a decisão mais recente apenas devolveu o processo à primeira instância para nova apreciação de questões factuais.
No encerramento, Cláudia Campo reafirma a rejeição total das imputações, assegura que não houve desvio ou dissipação de património e informa que está em curso uma participação criminal contra o autor das notícias publicadas, por ferir a honra de forma grave.
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