- Surto de gripe na Base Aérea de Lackland, no Texas, infetou 222 militares e provocou uma morte nas últimas três semanas.
- A Base, ligada à 37.ª Ala de Treino, registou desde a semana passada um aumento de 62 casos.
- Em abril, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, aboliu a obrigatoriedade da vacina nas Forças Armadas, vigente há 80 anos.
- Após a mudança, apenas cerca de 40% dos militares optaram por vacinar-se.
- Diante da progressão, o comando reintroduziu a vacinação obrigatória e está a aplicar medidas de mitigação, isolamento e antivirais, com monitorização contínua.
Um surto de gripe na Base Aérea de Lackland, no Texas, infetou 222 soldados e provocou uma morte nos últimos 21 dias. A incidência ocorreu na 37ª Ala de Treino, segundo a Força Aérea dos EUA, com aumento de 62 casos desde a semana passada. A transmissão ocorreu em alojamentos coletivos.
O surto surge dois meses depois da revogação, pelo Secretário de Defesa, Pete Hegseth, da obrigatoriedade da vacina para as Forças Armadas. A medida eliminou uma norma vigente há oito décadas.
Dados da Força Aérea indicam que, desde a revogação, apenas 40% dos militares optaram pela vacinação voluntária. O objetivo é manter a prontidão, mas as autoridades de saúde procuram equilibrar proteção individual e segurança coletiva.
As autoridades de saúde destacam que a gripe pode rondar ambientes fechados, com maior risco para pessoal em treino e alojamento. Medidas de mitigação incluem isolamento de casos e uso de antivirais para tratamento.
Medidas de mitigação e monitorização
A Base de Lackland reverteu a decisão inicial e retomou a vacinação obrigatória para parte do pessoal envolvido no treino, assegurando cobertura vacinal essencial.
As autoridades também reforçam o acompanhamento epidemiológico, com vigilância de novos casos e avaliação de possíveis desdobramentos na 37ª Ala de Treino. Não foram anunciadas alterações adicionais à política de imunização.
Entre na conversa da comunidade