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Dirigentes da PJ alvo de queixa-crime por concurso

Queixa anónima à Polícia Judiciária acusa dirigentes de abuso de poder e violação de segredo de funcionário num concurso de coordenadores de investigação criminal, já remetida ao Ministério Público

O antigo director nacional da PJ Luís Neves, hoje ministro da Administração Interna, é um dos dirigentes referido na queixa
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  • Uma queixa anónima enviada no final do mês passado à Polícia Judiciária denuncia crimes de abuso de poder e violação de segredo de funcionário, alegadamente cometidos por dirigentes da PJ.
  • A queixa está relacionada com um concurso para coordenadores de investigação criminal, a categoria de topo da carreira, lançado em dezembro de 2023.
  • A denúncia foi remetida ao Ministério Público para avaliação.
  • O antigo director nacional da PJ, Luís Neves, é citado na queixa; hoje desempenha funções no Governo como ministro da Administração Interna.
  • O caso envolve alegações dirigidas a dirigentes da PJ no âmbito do concurso em causa.

Uma queixa anónima dirigida à Polícia Judiciária (PJ) foi recebida no final do mês passado e encaminhada ao Ministério Público. A denúncia envolve alegados crimes de abuso de poder e violação de segredo de funcionário no seio da própria PJ.

A queixa aponta dirigentes daquela polícia como potenciais autores, no âmbito de um concurso para coordenadores de investigação criminal, a categoria de topo da carreira, lançado em Dezembro de 2023.

Entre os dirigentes mencionados está Luís Neves, antigo director nacional da PJ e atual ministro da Administração Interna. A referência a Neves surge na documentação recebida pela PJ e já comunicada ao MP.

Não se conhecem, ainda, pormenores sobre as alegações específicas ou a fase processual em que se encontra o caso. A denúncia foi recebida pela PJ mas, até ao momento, não houve informações oficiais sobre diligências.

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