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Teatro dos Aloés estreia peça original sobre o poder e a corrupção

Peça original inspirada em Júlio César estreia nos Recreios da Amadora, com encenação metateatral sobre o poder e a corrupção, reunindo seis atores e em digressão até outubro

Jorge Silva numa cena de 'A Camaleoa'
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  • O Teatro dos Aloés estreou nos Recreios da Amadora a peça original A Camaleoa, inspirada no Júlio César, de William Shakespeare.
  • O texto é uma encomenda da encenadora Elsa Valentim à atriz e dramaturga Carolina Campanela, descrito como reflexão sobre o poder e a corrupção.
  • A encenação é metateatral, com uma descolagem entre uma companhia a montar o Júlio César e críticas internas entre atores veteranos e jovens.
  • O elenco em palco é composto por seis atrizes e atores: Patrícia André, Jorge Silva, Graciano Amorim, Raquel Oliveira, Joana Batalha e Sofia Pinto.
  • A mostra fica nos Recreios da Amadora até 22 de junho e segue para Sines, Santo André e Santiago do Cacém em julho, com uma passagem em outubro pelo Cineteatro D. João V, na Damaia.

Nos Recreios da Amadora, o Teatro dos Aloés apresenta A Camaleoa, uma peça original que estreou recentemente e permanece em cena até domingo, 22 de junho. O espetáculo chega como nova produção da companhia.

A obra nasce de uma encomenda da encenadora Elsa Valentim à atriz e dramaturga Carolina Campanela. O texto é apresentado como uma reflexão sobre o poder, inspirada no Júlio César de Shakespeare, com o objetivo de mostrar como o poder corrompe o indivíduo, mesmo que exista boa intenção.

A produção descreve-se como metateatral, com uma composição de desdobramentos em cena e três encenações em curso. Em palco, atuam seis artistas, combinando membros do elenco fixo com convidadas para explorar novas dinâmicas artísticas.

Elenco e produção

O elenco inclui Patrícia André, Jorge Silva e Graciano Amorim, já habituais do grupo, ao lado de Raquel Oliveira, Joana Batalha e Sofia Pinto, que colaboraram anteriormente com a estrutura. A escolha privilegia uma nova geração criativa.

Roteiro e perspetivas de apresentação

O espetáculo permanece em Amadora até 22 de junho e planeia uma digressão a Sines, Santo André e Santiago do Cacém em julho. Em outubro, a produção visita o Cineteatro D. João V, na Damaia, num ciclo de apresentações adicionais.

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