- O Tribunal de Beja iniciou o julgamento de vinte arguidos de uma rede criminosa, com idade entre 18 e 45 anos, indiciados por cinquenta e cinco crimes, incluindo tráfico de droga, roubo, furto, burla informática, ofensa à integridade física qualificada e branqueamento de capitais.
- O caso tem origem em 2023, quando os suspeitos assaltaram uma empresa de produção de cannabis para fins medicinais em Beja, furtando quase 100 mil euros de droga.
- Em 2024, a Polícia de Segurança Pública (PSP) conseguiu interromper a atividade da rede.
- Um agente da PSP no interrogatório revelou que alguns arguidos vendiam droga na Praça da República, com a droga escondida em tampas de esgoto e baldes do lixo.
- Do total de vinte pessoas, onze estão detidas, sendo seis em prisão Preventiva.
O Tribunal de Beja iniciou, nesta segunda-feira, o julgamento de 20 arguidos ligados a uma rede criminosa atuante na cidade. A maioria pertence a um grupo violento local. Estão indiciados por 55 crimes, incluindo tráfico de droga, roubo, furto, burla informática, ofensa à integridade física qualificada e branqueamento de capitais.
Os arguidos são 15 homens e 5 mulheres, com idades entre os 18 e os 45 anos. O caso tem origem em 2023, quando o grupo recebeu a denúncia de ter assaltado uma empresa de produção de cannabis para uso medicinal em Beja, revelando-se o furto de quase 100 mil euros em droga.
Entre os elementos da investigação, o relatório policial aponta atividade de tráfico de estupefacientes no centro da cidade, nomeadamente na Praça da República. A droga era supostamente escondida em tampas de esgoto e em baldes de lixo, segundo informações recolhidas pela PSP.
Ontem, a PSP confirmou a continuidade da investigação e a acusação foi apresentada ao tribunal. Dado o processo, onze dos 20 arguídos continuam detidos, sendo seis em prisão preventiva.
O que mudou e próximos passos
As autoridades devem prosseguir com o julgamento, que visa esclarecer a extensão da rede, o financiamento e a cadeia de distribuição da droga na região. O desfecho dependerá das provas apresentadas durante o julgamento no Tribunal de Beja.
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