- Grada Kilomba apresenta a exposição O Fundo do Mundo na Albuquerque Foundation, em Sintra, a maior exposição individual da artista em Portugal até à data.
- A mostra marca o regresso da artista ao país e pretende abrir caminhos para outros criadores.
- A instalação central inclui um cubo de vidro preto que se equilibra sobre blocos de calcário, refletindo o ambiente ao redor.
- As rochas funcionam como âncora e testemunho da passagem do tempo, conectando memória histórica e matéria.
- A exposição aborda a violência da História através de uma leitura artística, destacando a relevância da obra no panorama nacional.
Grada Kilomba apresenta a exposição O Fundo do Mundo na Albuquerque Foundation, em Sintra, a maior exposição individual realizada em Portugal até à data. O projeto marca o regresso da artista ao país, com o objetivo de abrir caminhos para outros criadores.
A mostra junta uma instalação com um cubo de vidro preto que se equilibra sobre blocos de calcário. O objeto brilha, reflete o espaço à sua volta e funciona como núcleo de uma instalação que remete para a relação entre memória, tempo e história.
A peça, descrita pela curadoria, evidencia a complexa dialética entre o peso do passado e a visão presente. O cubo funciona como testemunha da passagem temporal, ancorado pela matéria que o sustenta.
A obra e o contexto
Segundo a organização, a exposição oferece uma leitura da violência histórica sob uma perspetiva crítica, interrogando narrativas dominantes. A mostra permanece em catálogo na fundação durante o período expositivo.
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