- Alberto Manguel doou a sua biblioteca à cidade de Lisboa em 2020, mas o palacete que vai albergar a colecção só ficará pronto em 2029.
- Um novo concurso para as obras ronda os nove milhões de euros.
- O processo é descrito como labiríntico, com várias distracções e obstáculos, para os conhecedores.
- O edifício apresenta viragens, elevadores e corredores iguais, desembocando numa sala sem características marcantes.
- A narrativa sugere que, se fosse um romance de aventura, seria ali que estaria escondida a arca do tesouro.
A biblioteca de Alberto Manguel, que doou à cidade de Lisboa em 2020, terá um palacete dedicado para albergar a colecção. A inauguração do espaço está prevista para 2029, quase uma década depois da entrega da doação.
Um novo concurso para as obras do projeto foi lançado, com um envelope orçamental estimado em cerca de 9 milhões de euros. A gestão dos trabalhos cabe aos responsáveis municipais, em articulação com as entidades responsáveis pela colecção.
O trajeto até ao espaço expositivo é descrito como complexo, com várias voltas e separações entre corredores e salas. A visita de interessados requer orientação específica para localizar a sala onde a biblioteca ficará instalada.
Desafios do projeto e financiamento
A fase de obras envolve licitações e acompanhamento técnico para cumprir o prazo de 2029. A expectativa é transformar o palacete numa instalação pública que permita expor e conservar a vasta coleção de Manguel. O objetivo é tornar o acervo acessível à comunidade lisboeta.
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