- O Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, vai reabrir renovado até ao final do ano, com obras no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) avaliadas em 12,8 milhões de euros.
- As intervenções, iniciadas há mais de um ano, abrangem várias áreas, incluindo estrutura, fachadas e decoração, e mantiveram o palácio visitável durante as obras.
- Dentre as ações, destacam-se as obras nas coberturas, a maior de todas, com 6,5 milhões de euros, e a requalificação de 10 mil metros quadrados de telhas.
- Serão reabertas ao público três salas encerradas há mais de um século, designadas como “do Tesouro”, que passam a ter parte do percurso de visitas.
- O prazo final do PRR para terminar estas intervenções é 31 de agosto; em todo o país, as obras abrangem 85 monumentos.
O Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, vai abrir renovado até ao final do ano, após obras de requalificação no âmbito do PRR, num investimento de 12,8 milhões de euros. As intervenções devem ficar concluídas até 31 de agosto, com trabalhos a continuar além dessa fase.
As obras afetaram diversas áreas, desde a estrutura às fachadas e à decoração, permitindo a reabertura de três salas encerradas há mais de um século. As intervenções incidiram em áreas como os torreões, o ateliê do rei D. Luís e o telhado, num conjunto de 10 mil m² de telhas.
As obras incluem principalmente a remodelação das coberturas, o componente mais relevante, com um orçamento de 6,5 milhões de euros, e têm exigido uma gestão rigorosa dos financiamentos, com reajustes ao longo do processo.
O que muda no Palácio
Três salas designadas como “do Tesouro” voltam a ficar acessíveis ao público. Durante o reinado de D. Luís, essas salas eram visitáveis, mas passaram a ser reservas. O diretor do Palácio da Ajuda adianta que, num futuro percurso de visitas, serão novamente disponibilizadas para visitação.
No contexto nacional, as intervenções em património somam 85 exemplos, com ações em vários monumentos do território.
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