- O juiz Carlos Alexandre arrisca processo, com passado em casos de grande expressão, como o “Marquês”, BES e EDP.
- PSP de Almada acabou com um negócio de tráfico em casa.
- Profissionais de educação exigem melhores condições de trabalho numa manifestação em Setúbal.
- Mercado negro de cromos de futebolistas cresce à boleia do Mundial 2026.
- Jovem que ficou ferido num tiroteio que tirou a vida ao amigo está em morte cerebral.
O juiz Carlos Alexandre volta a dominar as manchetes, com referência a processos que passaram pelas suas mãos ao longo da carreira, incluindo casos mediáticos como o Marquês, BES e EDP. O registo destes processos é apontado como uma marca forte do desenvolvimento judicial na prática diária do tribunal.
Entre outras informações que emergem hoje, a PSP de Almada terminou com um negócio de tráfico domiciliário, interrompendo atividades ilícitas dentro de residências. O desfecho ocorreu após uma ação de detecção e repressão conduzir à desmontagem da operação.
Profissionais da educação realizaram uma manifestação em Setúbal para exigir melhorias nas condições de trabalho, numa mobilização que mobilizou grupos docentes locais. O objetivo central foi obter respostas rápidas às carências apontadas pelos trabalhadores da educação.
Casos em foco
O mercado de cromos de futebolistas associou-se ao Mundial 2026, com crescimento de atividades ilícitas neste segmento de colecionáveis. A investigação aponta para práticas ilegais ligadas à comercialização não autorizada.
Um jovem ferido num tiroteio que tirou a vida a outra pessoa encontra-se, segundo fontes, em morte cerebral. O caso está a ser apurado pelas autoridades competentes, com investigações em curso.
Julgamento e condenações
O Tribunal de Leiria condenou um homem a 11 anos de prisão por tráfico de droga. A decisão foi proferida após julgamento que considerou o réu responsável pela prática do crime, com cumprimento da pena definido pela justiça.
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