- O Tribunal de Beja condenou a vinte e três anos de prisão ao homem de sessenta e oito anos e a nove anos ao seu filho, irmão da vítima, pela morte de um homem no concelho de Moura.
- O homem mais velho ficou com vinte e dois anos de prisão pelo homicídio qualificado agravado do filho e dois anos por detenção de arma proibida, em cúmulo jurídico.
- O arguido mais novo foi considerado cúmplice do homicídio qualificado agravado e recebeu nove anos de prisão, sendo absolvidos os restantes crimes pelos quais respondeu em tribunal.
- O crime ocorreu a dez de junho de 2025, num acampamento em Baldio das Ferrarias da Amareleja, durante uma discussão entre a vítima e o irmão por causa de um negócio de uma égua.
- Segundo o Ministério Público, o pai disparou uma espingarda, atingindo o filho no abdómen e provocando a morte; o filho mais novo terá incentivado o progenitor a disparar contra o irmão.
O Tribunal de Beja condenou, nesta terça-feira, o pai de 68 anos a 23 anos de prisão e o seu filho de 35 anos a 9 anos, respetivamente, pelo homicídio do irmão da vítima ocorrida em Moura. A leitura do acórdão ocorreu esta manhã.
O crime aconteceu a 10 de junho de 2025, num acampamento situado no Baldio das Ferrarias, Amareleja, Moura, no distrito de Beja, durante uma discussão relacionada com um negócio de uma égua. Os envolvidos estavam no local quando tudo aconteceu.
Segundo o Ministério Público, o pai disparou uma espingarda, atingindo o filho de 45 anos no abdómen, o que causou a morte. O arguido mais novo, irmão da vítima, terá incentivado o progenitor a disparar contra o irmão.
Condenações
O homem mais velho foi condenado a 22 anos por homicídio qualificado agravado de um filho e a 2 anos por detenção de arma proibida, somando, em cúmulo jurídico, 23 anos de prisão.
O outro arguido, como cúmplice de homicídio qualificado agravado, recebeu 9 anos de prisão, sendo absolvido dos demais crimes que respondia em tribunal.
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