- Duarte Cordeiro, ex-ministro do Ambiente, disse esta terça-feira, no NOW, que analisa a investigação da Polícia Judiciária às autarquias lideradas pelo Partido Socialista.
- O antigo ministro questiona a proporcionalidade dos meios utilizados pelo Ministério Público na operação.
- A crítica centra-se no uso de quatrocentos inspetores na operação Imergente.
- Reiterou que o Ministério Público deve esclarecer o sentido e a necessidade desses recurso na missão.
Duarte Cordeiro, ex-ministro do Ambiente da Ação Climática, analisou esta terça-feira, no NOW, a investigação em curso pela Polícia Judiciária a autarquias lideradas pelo Partido Socialista. Questionou a proporcionalidade dos meios utilizados pelo Ministério Público na operação Imergente.
Segundo o ex-governante, o MP deve esclarecer o uso de 400 inspetores na operação, para perceber se os recursos correspondem à gravidade dos factos e ao objetivo da investigação. A CRT é manter o foco na transparência do processo.
A operação Imergente envolve o âmbito autárquico sob o PS, com atuação da Polícia Judiciária e acompanhamento das autoridades judiciais. Não foram divulgados detalhes sobre os critérios de mobilização dos inspetores nem sobre os eventuais impactos institucionais.
Contexto da investigação
A análise de Duarte Cordeiro surge na esteira de várias diligências recentes da PJ que visam autarquias ligadas ao PS. A discussão centra-se na necessidade de equilibrar meios de investigação com a proporcionalidade e a devida reservação institucional.
Ainda não foram comunicados prazos para eventuais desdobramentos. As autoridades não confirmaram nem desmentiram informações adicionais sobre o alcance da operação ou sobre os critérios de mobilização dos recursos humanos.
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