- Uma angolana foi contratada como ama em Portugal com promessa de emprego doméstico, mas ficou submetida a condições de escravidão.
- A vítima recebeu ordenado mínimo, ficou isolada em casa, teve o passaporte confiscado e o telefone vigiado pela patroa.
- Ao chegar a Portugal, foi impedida de sair, forçada a longas jornadas e a viver em condições precárias, sob ameaças constantes.
- A vítima conseguiu escapar, procurou as autoridades portuguesas e a patroa foi detida; a polícia investiga o caso.
- O caso serve de alerta para o aliciamento e a exploração laboral, destacando a necessidade de maior fiscalização e proteção às vítimas.
A história de uma mulher angolana contratada como ama de uma família em Portugal revela um caso de exploração laborale que a polícia está a investigar. A vítima foi aliciada com promessas de emprego a um salário mínimo e acabou por ficar isolada no domicílio, com o passaporte confiscado e o telemóvel vigiado.
De acordo com o Correio da Manhã, a mulher chegou a Portugal para trabalhar como empregada doméstica, mas acabou por funcionar sob condições que caracterizam escravatura moderna. A patroa não terá permitido que a vítima saísse, impedindo-a de abandonar a casa.
A vítima conseguiu fugir e contactou as autoridades portuguesas. A polícia já deteve a patroa e investiga o caso, que é visto como alerta sobre os riscos de aliciamento e exploração laboral.
Investigação em curso
Até ao momento, a investigação pretende identificar se houve mais pessoas envolvidas e se houve outras possíveis vítimas. As autoridades continuam a recolher depoimentos e a analisar provas para esclarecer as circunstâncias do alegado caso de abuso.
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