- A distância e o envelhecimento preservaram dezenas de vinhas velhas no Planalto Mirandês.
- A Sogrape dedicou-lhes um capítulo da Série Ímpar, para destacar a sua sobrevivência.
- A narrativa acompanha o caminho de terra batida entre Bemposta e o trecho internacional do rio Douro, com vista a Espanha.
- Do lado português, as videiras, embora velhas, continuam a produzir; do lado espanhol, os socalcos estão abandonados.
- As cinco vinhas são propriedade de famílias que, com o enólogo Diogo Sepúlveda, da Sogrape, encontraram as uvas para o Vinhas dos Homens, um vinho simbólico e delicioso.
A distância e o envelhecimento preservaram dezenas de vinhas velhas no Planalto Mirandês. A Sogrape dedicou-lhes um capítulo da Série Ímpar, com o objetivo de apoiar a sua sobrevivência.
No terreno de terra batida entre Bemposta e o trecho internacional do rio Douro, destacam-se duas mulheres e três homens a observar a outra margem, em Espanha. Ao longe, há socalcos abandonados, contrastando com as vinhas portuguesas ainda produtivas.
As videiras do Planalto Mirandês, de idade avançada, continuam a gerar uvas apesar do desgaste, reconhece-se o empenho dos proprietários. O enólogo Diogo Sepúlveda, da Sogrape, selecionou-as para produzir o Vinhas dos Homens.
A nomeação do vinho simboliza a persistência do território frente ao abandono agrícola. O projeto vinca a ligação entre os produtores locais e a empresa, que visa manter viva a tradição vinícola da região.
As cinco vinhas envolvidas estão a ser tratadas como parte de um esforço de preservação e valorização do legado enológico do Planalto Mirandês, com impacto potencial na produção futura da região.
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