Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Guardar azulejos para salvar o património convencer moradores a entregar peças

Banco de Azulejos da Câmara de Lisboa recolhe peças para salvar património, tentando convencer a comunidade a entregar azulejos para preservação de fachadas

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O Banco de Azulejos da Câmara de Lisboa trabalha para salvar parte do património azulejar que está a desaparecer das fachadas.
  • A iniciativa recolhe peças junto de proprietários e privados para preservar padrões e memória cerâmica.
  • A oficina está instalada junto ao Cais do Sodré, onde caixas empilhadas e bancadas cobertas de pó cerâmico revelam o trabalho em curso.
  • O conservador-restaurador municipal Leonel Ribeiro afirma que se tenta convencer as pessoas a entregar peças para a preservação do património.

O Banco de Azulejos da Câmara de Lisboa trabalha para preservar parte do património urbano que continua a desaparecer das fachadas da cidade. Entre caixas empilhadas, bancadas cobertas de pó cerâmico e filas de padrões azuis, a instituição recolhe e guarda peças que ainda hoje aparecem em colecções privadas ou na posse de particulares.

Leonel Ribeiro, conservador-restaurador municipal, descreve o esforço para convencer as pessoas a entregar peças que já não se enquadram no uso original das fachadas. O objetivo é manter um arquivo que permita analisar estilos, técnicas e o processo de conservação.

A oficina está instalada junto ao Cais do Sodré, em Lisboa, onde o acervo é preservado com o intuito de estar disponível para futuras intervenções de restauro ou estudo. A iniciativa visa contrariar a perda gradual de azulejos históricos que compõem a identidade artística da cidade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais