- O Banco de Azulejos da Câmara de Lisboa trabalha para salvar parte do património azulejar que está a desaparecer das fachadas.
- A iniciativa recolhe peças junto de proprietários e privados para preservar padrões e memória cerâmica.
- A oficina está instalada junto ao Cais do Sodré, onde caixas empilhadas e bancadas cobertas de pó cerâmico revelam o trabalho em curso.
- O conservador-restaurador municipal Leonel Ribeiro afirma que se tenta convencer as pessoas a entregar peças para a preservação do património.
O Banco de Azulejos da Câmara de Lisboa trabalha para preservar parte do património urbano que continua a desaparecer das fachadas da cidade. Entre caixas empilhadas, bancadas cobertas de pó cerâmico e filas de padrões azuis, a instituição recolhe e guarda peças que ainda hoje aparecem em colecções privadas ou na posse de particulares.
Leonel Ribeiro, conservador-restaurador municipal, descreve o esforço para convencer as pessoas a entregar peças que já não se enquadram no uso original das fachadas. O objetivo é manter um arquivo que permita analisar estilos, técnicas e o processo de conservação.
A oficina está instalada junto ao Cais do Sodré, em Lisboa, onde o acervo é preservado com o intuito de estar disponível para futuras intervenções de restauro ou estudo. A iniciativa visa contrariar a perda gradual de azulejos históricos que compõem a identidade artística da cidade.
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