- Miguel Louro, enólogo, tem feito vinhos em Mosel, na Alemanha, mas trabalha no Alentejo há mais de uma década com marcas próprias.
- O Arigato branco é uma forma de agradecer ao calor dos solos de Extremoz (xisto e argila), a duas castas não originárias do alentejo e a duas barricas de origens e volumes diferentes.
- Trata-se de um branco senhorial, com notas cítricas e minerais bem evidentes, além de aromas resultantes do contacto com as borras totais.
- Na boca é cremosa, com volume e calor.
- É um branco alentejano, capaz de acompanhar bem pratos de carne.
Miguel Louro apresenta o Arigato 2024, um branco cuja produção vem de uma ligação entre o Mosel, na Alemanha, e décadas de atuação no Alentejo. O projeto celebra o calor dos solos de Extremoz e o universo de duas castas não alentejanas.
O vinho integra duas barricas de proveniência e volume distintos, numa composição que resulta em notas cítricas e minerais. O contacto prolongado com as borras totais eleva a complexidade aromática.
Em termos de paladar, o Arigato branco apresenta boca cremosa, volume e firme calor, mantendo-se em linha com um estilo alentejano. Ideal para acompanhar pratos de carne pela sua silhueta estruturada.
A proposta de Miguel Louro vinca a dualidade entre tradição e inovação, cruzando saberes do sul de Portugal com influências internacionais. O produto reforça a presença de marcas próprias do enólogo.
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