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Após três anos, a sétima piroga do Lima começa a ser estudada

Piroga descoberta no Lima em 2023 inicia estudo arqueológico para traçar plano de conservação, processo que deverá durar vários anos

José Bettencourt, que chefia o Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática, a recolher informação sobre a piroga
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  • A sétima piroga do Lima, descoberta em 2023 no rio Lima, começou a ser estudada.
  • Localiza-se na freguesia de Areosa, em Viana do Castelo.
  • O estudo começou a 20 de maio, com arqueólogos da câmara municipal e do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática.
  • O objetivo é elaborar um plano de conservação, processo que deverá durar vários anos.
  • A embarcação é rústica e alongada, semelhante a uma canoa, e pode ter centenas (ou milhares) de anos.

Foi descoberta em 2023 no rio Lima, na freguesia de Areosa, em Viana do Castelo, uma piroga rústica e alongada. A embarcação, semelhante a uma canoa, tornou-se objeto de estudo com o objetivo de definir um plano de conservação, tarefa que deverá decorrer durante vários anos.

O estudo iniciou-se a 20 de Maio, envolvendo arqueólogos da Câmara Municipal de Viana do Castelo e do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática. A liderança está a cargo de José Bettencourt, que comanda a equipa responsável pela recolha de informação sobre a piroga.

A localização do achado no Lima e a sua potentialidade histórica motivaram o trabalho de conservação. A piroga permanece em áreas de armazenamento do município, onde será avaliada a condição do metal e da madeira, bem como a sua montagem para futuros estudos.

Envolvimento e objetivos do estudo

  • Câmara Municipal de Viana do Castelo e Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática articulam as fases de investigação.
  • A prioridade é elaborar um plano de conservação que garanta a preservação da embarcação ao longo de vários anos.

O corpo de trabalho centra-se na documentação detalhada da embarcação, na avaliação de intervenções necessárias e na organização de eventuais ações de preservação preventiva, conforme as necessidades técnicas identificadas pela equipa de arqueologia náutica.

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