- A testemunha da defesa de Mário Ferreira rejeitou a acusação de fraude ao Fisco, dizendo que a empresa em Malta foi criada por razões estratégicas.
- A testemunha afirmou que a empresa foi criada legalmente e que todas as obrigações fiscais foram cumpridas.
- A audiência prossegue com a leitura das alegações finais.
- As alegações finais estão marcadas para 2 de julho.
- O julgamento de Mário Ferreira, acusado de fraude fiscal, continua a decorrer na comarca de Lisboa.
A testemunha de defesa de Mário Ferreira afirmou, nesta segunda-feira, que a empresa instalada em Malta foi criada por motivos estratégicos e não por ilicitudes. A declaração ocorreu durante o andamento do processo em Lisboa.
Segundo a testemunha, a sociedade em Malta foi constituída de forma legal e as obrigações fiscais foram devidamente cumpridas. A defesa sustenta que não houve prática de fraude fiscal.
O julgamento de Mário Ferreira continua na comarca de Lisboa, com a leitura das alegações finais já prevista para o dia 2 de julho. O caso envolve acusações de fraude fiscal contra o empresário.
Entre na conversa da comunidade