- Um inquérito ISFF 2024 do INE e do Banco de Portugal revela que 98% das famílias portuguesas têm depósitos bancários.
- 70% são proprietárias da sua casa.
- A aversão ao risco, a aposta em depósitos e a valorização dos imóveis contribuíram para o aumento da riqueza líquida das famílias desde 2020.
- O estudo analisa a evolução da riqueza líquida ao longo dos últimos quatro anos, até 2024.
- Os dados destacam que a maior parte da riqueza está associada a depósitos e imóveis, refletindo as escolhas de investimento das famílias.
Quase todas as famílias em Portugal têm depósitos bancários, segundo o ISFF 2024, desenvolvido pelo INE e pelo Banco de Portugal. O estudo já indica que 98% das famílias possuem depósitos.
Além disso, 70% dos agregados familiar possuem casa própria, apontando para uma valorização do património residencial no período recente. Os dados fazem parte do inquérito conjunto.
A análise aponta que a aversão ao risco, aliada à preferência por depósitos, e a valorização imobiliária contribuíram para o aumento da riqueza líquida das famílias desde 2020.
O ISFF 2024 mostra ainda que os resultados refletem comportamentos de poupança e investimento em ativos estáveis, em contexto de maior procura por segurança financeira. Os números são apresentados em Portugal.
Conclui o relatório que a composição da riqueza familiar evoluiu de forma sustentável, com maior peso de depósitos e imóveis no património total, ainda que variando por rendimento e região. A divulgação é feita pelos responsáveis pelo estudo.
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