Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Cazaquistão e Rússia estudam gasoduto para a China

Cazaquistão e Rússia estudam o gasoduto "Força da Sibéria 2" via território cazaque para levar gás à China, com aumento previsto no trânsito de petróleo

O presidente russo, Vladimir Putin
0:00
Carregando...
0:00
  • Cazaquistão e Rússia estudam a construção de um gasoduto para a China através do território kazakh, como alternativa ao projeto Força da Sibéria 2 pela Mongólia.
  • O ministro da Energia do Cazaquistão, Yerlán Akkedzénov, afirmou que as negociações já começaram durante a visita do presidente russo, Vladimir Putin, a Astana.
  • O gasoduto proposto poderá transportar até 35 mil milhões de metros cúbicos de gás para a China, com o Cazaquistão a considerar fornecer consumo adicional no seu território.
  • Além do gasoduto, as duas nações estudam aumentar o trânsito de petróleo russo para a China, acordado para assinatura durante a visita de Putin, envolvendo um aumento de 2,5 milhões de toneladas.
  • Em setembro passado, a Gazprom assinou com a China um memorando vinculativo sobre a Força da Sibéria 2, que terá capacidade de 50 mil milhões de metros cúbicos por ano; a Rússia já forneceu à China 101 milhões de toneladas de petróleo e 49 mil milhões de metros cúbicos de gás no ano anterior.

A Cazaquistão e a Rússia estão a estudar a construção de um gasoduto que leve gás até à China, passando pelo território do Cazaquistão. A proposta surge como alternativa ao projeto do gasoduto Força da Sibéria 2 via Mongólia. A informação foi avançada pelo ministro da Energia do Cazaquistão, Yerlán Akkedzénov, durante a visita do presidente russo, Vladimir Putin a Astana.

Segundo Akkedzénov, o esforço visa transportar até 35 mil milhões de metros cúbicos de gás para a China, através do território cazaque. O ministro indicou que o Cazaquistão quer que o trânsito ocorra pelo seu território e que o país esteja disposto a oferecer garantias e consumo adicional interno.

A reunião ocorreu na contingência da visita de Putin ao país da Ásia Central, em que se discute também o aumento do trânsito de petróleo russo para a China. O objetivo é assinar acordos durante a deslocação, incluindo um possível aumento de 2,5 milhões de toneladas de petróleo.

Passos para o gasoduto Força da Sibéria 2 permanecem sem acordo concreto, o que leva Moscovo a explorar alternativas. O gasoduto, com cerca de 2.600 quilómetros pela Mongólia, continua aberto a negociações, segundo as autoridades russas.

Além da energia gasosa, as autoridades discutem protocolos para o transporte de petróleo russo, com um memorando em análise que poderá ser assinado durante a visita. O objetivo é ampliar o fluxo de crude para a China, elevando volumes já acordados.

Contexto recente: no ano passado, a Gazprom assinou um memorando com a parte chinesa para o Força da Sibéria 2, visando um gasoduto de 50 mil milhões de metros cúbicos por ano. A Rússia manteve o foco nas exportações para a Ásia após reduzir fornecimentos à Europa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais