- A Unidade Operacional Central da Guarda Civil (UCO) está na sede do PSOE, em Madrid, para obter documentação sobre alegados subornos no caso Leire.
- O foco inicial é documentação relativa a pagamentos à ex-membro socialista Leire Díez, conforme fontes próximas da investigação à Agência EFE.
- A investigação é acompanhada pelo juiz Santiago Pedraz, do Tribunal Nacional, e prevê novas ações da UCO ainda hoje, incluindo uma residência em Madrid ligada ao ex-vice-presidente do Governo Regional da Andaluzia, Gaspar Zarrías.
- Paralelamente, a investigação mira o ex-presidente da empresa pública SEPI, Vicente Fernández, e o empresário Antxon Alonso, sócio do ex‑secretário de Organização do PSOE Santos Cerdán, por alegados subornos em contratos públicos.
- Díez, Fernández e Alonso foram detidos em dezembro por peculato, tráfico de influência e crime organizado, tendo sido libertados posteriormente com medidas cautelares.
A Unidade Operacional Central (UCO) da Guarda Civil está hoje de manhã na sede do PSOE, em Madrid, a solicitar documentação sobre alegados subornos no caso Leire. O objetivo é obter informações sobre pagamentos atribuídos à ex-membro do partido.
As autoridades indicam que o pedido se prende com documentação relativa a tais pagamentos, conforme fontes próximas da investigação à agência EFE. O inquérito está a cargo do juiz Santiago Pedraz, do Tribunal Nacional.
Paralelamente, a UCO realiza hoje uma busca numa residência em Madrid pertencente ao ex-vice-presidente do Governo Regional da Andaluzia, Gaspar Zarrías. Outras ações da UCO no âmbito do caso Leire não estão descartadas.
Avanços da investigação
A investigação envolve o ex-presidente da SEPI, Vicente Fernández, e o proprietário da construtora Servinabar, Antxon Alonso, apontados como sócio de Santos Cerdán. Ambos são investigados por alegados subornos na concessão de contratos públicos.
Díez, Fernández e Alonso teriam sido detidos em dezembro por peculato, tráfico de influência e crime organizado, seguindo para liberação com medidas cautelares: comparência quinzenal, confisco de passaportes e proibição de viajar.
Segundo os investigadores, o grupo autodenominado Hirurok manipulava procedimentos da administração pública para benefício próprio ou de terceiros, utilizando posições e ligações políticas para obter ganhos comissões.
A imprensa acompanha as ações em curso, com a UCO a manter diligências em Madrid. As fontes sublinham que novas diligências podem ocorrer ainda hoje, no âmbito do caso Leire.
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