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Mãe detida por negligência de filho de quatro anos enquanto bebia num café

Mãe detida no Montijo por negligência a filho de quatro anos, com BAC acima de 1,2 g/L; menor entregue aos avós, crime classificado como violência doméstica

A detenção ocorreu no domingo
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  • Mulher de 43 anos foi detida pela GNR no Montijo por suspeita de maus-tratos, ao deixar o filho de quatro anos sem alimentação adequada durante cerca de cinco horas num café, enquanto bebia álcool.
  • A detenção ocorreu no passado domingo, após uma denúncia anónima, no café do clube Estrela do Afonsoeiro, onde a mãe chegou por volta das 11 horas com amigos e lá permaneceu até às 16 horas.
  • O menino terá ingerido apenas uma carcaça seca nesse período; a taxa de alcoolemia da mãe ultrapassou 1,2 g/L, segundo a GNR.
  • A progenitora foi notificada para apresentar-se em tribunal na segunda-feira, mas não compareceu; o menor ficou aos cuidados dos avós, já que o pai não pôde receber.
  • O caso foi encaminhado para o Ministério Público, que o classificou como violência doméstica, e entregue ao Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas da GNR do Seixal; a GNR informou o Tribunal de Famílias e Menores do Montijo e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens.

Foi detida pela GNR no Montijo uma mulher de 43 anos por suspeita de maus-tratos a filho de quatro anos com necessidades educativas especiais. A detenção ocorreu no domingo, após denúncia anónima, no café do Estrela do Afonsoeiro.

A ocorrência teve lugar por volta das 11h, no estabelecimento, onde a mãe estava acompanhada de amigos. Até às 16h, a criança terá ingerido apenas uma carcaça seca, enquanto a mãe consumia bebidas alcoólicas.

Ao chegar ao local, a GNR confirmou o cenário de negligência. A mulher foi submetida a um teste de alcoolémia que indicou 1,2 g/L no sangue, tornando inviável a guarda da criança no momento.

A suspeita foi notificada para comparência em tribunal na segunda-feira, mas não se apresentou. O menor ficou aos cuidados dos avós, já que o pai não pôde recebê-lo por estar a trabalhar.

O caso foi remetido ao Ministério Público, que o classificou como violência doméstica, e foi entregue ao Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas da GNR do Seixal. Paralelamente, o tribunal de Famílias e Menores do Montijo e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens foram informados.

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