- Associações do turismo em Portugal descrevem a crise como caos, vergonha e incompetência nos aeroportos europeus.
- Pedem a suspensão do sistema europeu de fronteiras para cidadãos extracomunitários para reduzir as dificuldades na passagem.
- Companhias aéreas, hotéis e agências de viagens alertam que turistas podem escolher outros países devido às longas filas e tempos de espera.
- O verão pode piorar o cenário, com aumento de turistas e recursos insuficientes para uma passagem rápida.
- O setor insta o Governo português a pressionar Bruxelas para que sejam implementadas medidas rápidas que melhorem a experiência dos viajantes e a competitividade europeia.
O setor do turismo e da aviação na Europa vive uma crise marcada por atrasos e filas nas fronteiras, segundo as principais associações em Portugal. O pedido é pela suspensão temporária do sistema de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários, como forma de aliviar o peso nas operações aeroportuárias.
As associações de turismo, em conjunto com companhias aéreas, hotéis e agências de viagens, apontam que a atual situação pode desviar turistas para outros destinos. A previsão é de que o verão traga aumentos significativos no tráfego, com tempo de espera a pressionar a experiência de viagem.
Aduz-se que a crise não afeta apenas os aeroportos, mas também a imagem e a competitividade do turismo europeu. Em Portugal, as entidades defendem uma resposta célere do Governo junto da União Europeia para reduzir a pressão nas fronteiras e manter a atratividade de Portugal como destino turístico.
Mudança de tema: propostas e impactos esperados
A suspensão do sistema de fronteiras para extracomunitários é apontada como uma das vias para acelerar a passagem de viajantes. Os representantes do setor argumentam que a medida pode mitigar os constrangimentos, melhorar a fluidez nos pontos de passagem e preservar a confiança dos turistas.
Além disso, destacam-se preocupações com a capacidade de atendimento nos pontos de passagem, recursos disponíveis e a necessidade de coordenação entre Estados-membros. A visão é evitar que o verão seja marcado por tempos de espera elevados e serviços menos eficientes.
Caminhos para a saída
O setor solicita ações rápidas e coordenadas a nível europeu, incluindo ajustes operacionais, reforço de recursos e comunicação transparente para viajantes. A prioridade é restabelecer a confiança dos visitantes e manter a competitividade turística de Portugal e da Europa.
A expectativa é de que o governo português leve o tema a Bruxelas com urgência, buscando soluções que reduzam o impacto sobre turismo, transportes e hotelaria durante a época alta. As entidades permanecem atentas a desdobramentos e a possíveis medidas de curto prazo.
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