- O grafiteiro Smile, de 41 anos, falou à Record antes, durante e depois de pintar um quadro.
- Contou que começou a desenhar por curiosidade, por volta de 1998–1999, ao copiar um autocolante de uma edição da revista Super Pop.
- Ficou fascinado por um mural perto do Aquário Vasco da Gama, em Belém, o que o inspirou a assinar como Smile e a seguir a técnica do graffiti.
- Na altura, o graffiti era ilegal e escondido na escola, nas cadeiras, nas casas de banho e nos cacifos; hoje já não é tratado pelo seu nome real, Ivo.
- O artista pretende mostrar que arte e desporto casam bem, conforme o que descreveu à Record.
Smile, grafiteiro de 41 anos, realizou uma pintura no espaço da Record. A obra surgiu no âmbito de uma intervenção artística que cruzou o desporto com a expressão plástica, contando com a participação do artista em diversas atividades associadas ao projeto.
O artista explicou que o interesse pela rua começou na adolescência, inspirado por autocolantes que viu numa revista popular. Ao longo dos anos, foi ganhando notoriedade e, hoje, assina como Smile, mantendo o anonimato dos primeiros tempos por questões de segurança na escola e no grupo de graffiti.
A entrevista ocorreu antes, durante e depois da execução do quadro, destacando a relação entre arte urbana e desporto como uma fusão natural. O relato, feito à Record, enfatizou a paixão pela beleza e pela prática colaborativa que o projeto promove na comunidade criativa.
Sobre a relação entre arte e desporto
Smile afirmou que o trabalho reflete uma parceria entre duas áreas que se cruzam no espaço público. A obra procura valorizar o movimento, o ritmo e a expressão individual, atributos presentes tanto na rua como no desporto de alta competição.
A narrativa revela ainda que a prática de graffiti nasceu de um ambiente sem formalidades, onde a assinatura Smile passou a identificar o artista. Hoje em dia, o nome real, Ivo, fica menos associado ao público, mantendo-se entre amigos e colegas de profissão.
Fonte: Record.
Entre na conversa da comunidade