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Portugal recusa extradição de advogado condenado por corromper juízes no Brasil

Portugal nega extradição de advogado nacional condenado no Brasil por corrupção de juízes; cidadão desde 2021, cumpre seis anos de prisão.

Operação da justiça brasileira apanhou 14 advogados a comprar decisões de juízes
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  • Portugal negou o pedido de extradição de um advogado condenado no Brasil por corrupção de juízes.
  • O profissional, residente em Guimarães, tem cidadania portuguesa desde 2021 e foi condenado a seis anos, dois meses e 20 dias de prisão.
  • A sentença partiu de uma rede de juristas que pagava juízes desembargadores para influenciar decisões no Brasil.
  • As autoridades brasileiras solicitaram a extradição, mas a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, recusou o pedido.
  • A recusa baseia-se na Convenção de Extradição entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que impede a extradição de nacionais.

Um advogado residente em Guimarães, nacional português desde 2021, foi condenado no Brasil a seis anos, dois meses e 20 dias de prisão por integrar uma rede de juristas que comprava sentenças, pagando juízes.

Ele obteve a cidadania portuguesa em 2021. As autoridades brasileiras solicitaram a extradição para cumprimento da pena.

A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, negou o pedido, alegando que a Convenção de Extradição entre Estados Membros da CPLP proíbe a extradição de nacionais.

A decisão mantém o advogado em território português, sem medidas de entrega ao Brasil neste contexto.

O caso envolve ainda autoridades brasileiras e portuguesas, com foco na cooperação judiciária entre os dois países.

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