- Explosão ocorreu por volta das 9h na unidade Olefin 1 da MOL em Tiszaújváros, durante o reinício da instalação após trabalhos de manutenção.
- Uma pessoa morreu e várias ficaram feridas graves; sete queimaduras graves foram reportadas e um ferido transportado de helicóptero para Debrecen.
- O primeiro-ministro Péter Magyar informou os factos, com o ministro da Energia e o presidente executivo da MOL a seguirem para o local; o ministro da Saúde atualizou os números.
- A MOL confirmou o ocorrido, afirmou que o fogo foi confinado e que peritos vão investigar as causas.
- Não há perigo para a população, segundo autoridades locais; bombeiros atuaram com água e espuma, com apoio de helicópteros, e não foram detetadas substâncias perigosas acima dos limites.
O acidente ocorreu por volta das 9h, na unidade Olefin 1 da MOL Petrolkémia, em Tiszaújváros, Hungria. Durante o reinício após trabalhos de manutenção, houve uma explosão que provocou uma vítima mortal e vários feridos graves, segundo informações do governo.
O primeiro-ministro Péter Magyar informou que a explosão ocorreu no complexo petroquímico e que o ministro da Energia, István Kapitány, bem como o presidente executivo da MOL, Zsolt Hernádi, já se deslocaram para o local. As autoridades confirmaram ainda que sete pessoas sofreram queimaduras graves.
Mais tarde, o governo atualizou os números recebidos, indicando que houve sete feridos com queimaduras leves ou moderadas, incluindo um ferido com queimaduras graves nas vias respiratórias encaminhado de helicóptero para o Hospital Universitário de Debrecen. O ministro da Saúde, Zsolt Hegedűs, confirmou os dados.
A MOL confirmou, numa nota curta, que o acidente ocorreu durante o reinício da Olefin 1 e que o fogo foi contido pela equipa de bombeiros. Os peritos investigam agora as circunstâncias do incidente. O município de Tiszaújváros informou que a explosão ocorreu numa conduta de benzeno de pirogás, mas assegurou que não há perigo para a população.
O Laboratório Móvel de Gestão de Catástrofes chegou ao local para monitorizar medições. Até ao momento, não foram detetadas concentrações de substâncias perigosas acima dos valores-limite, segundo o governo. A explosão gerou uma densa coluna de fumo sobre a fábrica, que ficou sob vigilância das autoridades.
A operação de combate às chamas envolveu vários bombeiros de Tiszaújváros e Miskolc, com canhões de água e jatos de espuma. Testemunhos locais referem que os vidros de edifícios próximos ficaram partidos e que houve várias entradas de ambulâncias ao local.
O complexo petroquímico de Tiszaújváros é o maior do país, operado pela MOL Petrolkémia Zrt e detido pela MOL, estatal húngara. Nele são produzidos etileno, propileno e derivados que alimentam a indústria química. A unidade Olefin 1 entrou em funcionamento em 2005.
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