- Elon Musk atacou verbalmente a juíza Yvonne Gonzalez Rogers na sua rede social, após a anulação do processo, qualificando a decisão como criação de um “precedente terrível”.
- O júri de nove membros decidiu que a acusação de Musk contra a OpenAI estava prescrita e não foi apresentada dentro do prazo legal.
- Musk alegava quebra de contrato e enriquecimento ilícito por parte da OpenAI.
- A OpenAI disse que o processo era uma tentativa infundada de obstruir um concorrente através do sistema judicial.
- Durante o julgamento foram revelados e-mails de assessores de Musk sobre uma possível participação acionista, caso a OpenAI deixasse de ser sem fins lucrativos; Musk investiu cerca de $45 milhões e desligou-se da gestão da OpenAI em 2019.
Elon Musk atacou verbalmente a juíza encarregada do seu processo contra os dirigentes da OpenAI, após a anulação do caso na segunda-feira, dizendo que a magistrada criou um precedente terrível. A manifestação ocorreu na sua rede social, sem uso de linguagem oficial do tribunal.
Após três semanas de audiências, a juíza Yvonne Gonzalez Rogers decidiu manter o veredito do júri. O órgão avaliou que certos factos estavam prescritos, encerrando o processo.
O júri, composto por nove membros, concluiu que a acusação de Musk contra a OpenAI não foi apresentada dentro do prazo legal. Musk alegou quebra de contrato e enriquecimento ilícito.
A OpenAI descreveu o processo como uma tentativa infundada de obstruir a concorrência através do sistema judicial. Durante o julgamento, foram apresentados emails de assessores de Musk sobre uma possível participação acionista.
Musk investiu cerca de 45 milhões de dólares na OpenAI, fundada em 2015. Em 2017, dois anos após a criação, a relação entre Musk e o então presidente executivo, Sam Altman, deteriorou-se.
No ano seguinte, Musk afastou-se da Administração da OpenAI, que em 2019 passou a operar como empresa com fins lucrativos. A evolução da estrutura da OpenAI é apontada como parte do contexto do litígio.
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