- Thaw, uma performance de resistência em altura, abre a 25.ª edição do Imaginarius em Santa Maria da Feira, com 8 horas de apresentação a 40 metros de altura.
- O festival Imaginarius, agora designado Festival de Artes Performativas em Espaço Público, reúne mais de quarenta espetáculos de dezoito países, com cerca de 200 artistas.
- O Temps d’Images prossegue em Lisboa, com várias salas e espaços, incluindo o Planetário, num formato dividido em dois momentos: agora e outubro.
- O Capuchos em Almada destaca o festival de música Amores & Humores, com concertos da Orquestra Sinfónica de Paris Consuelo, estreia em Portugal do grupo Slixs e outras sessões, além de atividades paralelas.
- A ópera Por Todos Nós, com música de Eurico Carrapatoso, estreia no Teatro Aberto e assinala o 25 de Abril, integrando o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Num panorama cultural da semana, destacam-se os palcos que cruzam artes performativas em cidade, filme e música. O Imaginarius de Santa Maria da Feira abre com uma intervenção aérea sobre gelo derretente, numa encenação que reflecte alterações climáticas e afirma-se como início da 25ª edição do festival, agora designado Festival de Artes Performativas em Espaço Público. O conjunto de mais de 40 espetáculos chega de 16 países, com cerca de 200 artistas.
Ao lado, o Temps d’Images de Lisboa oferece memórias, intimidade e imagem em dois momentos, o primeiro já em curso e o segundo previsto para outubro. Entre as propostas, há performances em várias casas da cidade, incluindo o Planetário, e propostas de cinema, dança, teatro e artes visuais que exploram o cruzamento entre memória e espaço público. A programação inclui trabalhos de João Fiadeiro, Tiago Cadete, Rafa Jacinto e outros nomes, com foco na experimentação.
Nos Capuchos, em Almada, o Festival de Música apresenta Amores & Humores, começando com a Orquestra Sinfónica de Paris Consuelo e encerrando com uma gala de ópera ao ar livre, no Parque da Paz. O cartaz inclui Mnozil Brass, Slixs, Mandy Fredrich e Rita Blanco, entre outros, com atividades paralelas como conversas, masterclasses e visitas guiadas, para um programa que mistura humor, romance e música clássica.
Vem aí a ópera Por Todos Nós, associada ao 25 de Abril e ao Teatro Aberto. A música é de Eurico Carrapatoso, com direção musical de João Paulo Santos. Interpretação do Coro do TNSC e da Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob libreto de João Lourenço e Vera San Payo de Lemos, inspirado no romance Os Memoráveis de Lídia Jorge, revisitando memórias da Revolução dos Cravos a partir de três jovens anos depois.
A temporada dedicada a Marilyn Monroe chega à Batalha, por ocasião do centenário do nascimento da atriz. O ciclo 100 x Marilyn apresenta dez filmes que revelam profundidade artística e vulnerabilidade, incluindo Os Homens Preferem as Loiras, Niagara, A Culpa Foi do Macaco, Os Inadaptados e outros títulos que vão além da imagem de estrela de cinema.
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