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Portugueses em Cannes: da curta na escola de cinema à adaptação de Coetzee

Três realizadores portugueses chegam a Cannes com duas curtas e uma longa, evidenciando a diversidade do cinema nacional no festival

Aquí, a longa metragem de Tiago Guedes adapta a obra do escritor e Nobel da Literatura J.M. Coetzee
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  • Tiago Guedes apresenta a longa Aquí, adaptation da Triologia de Jesus de J. M. Coetzee, em Cannes de 13 a 24 de maio.
  • Daniel Soares estreia-se em Cannes com Algumas Coisas que Acontecem ao Lado de um Rio, uma obra com narrativa fragmentária junto às margens de um rio.
  • Clara Vieira, estudante de cinema, teve a curta Onde Nascem os Pirilampos selecionada para o festival.
  • São três filmes, três realizadores portugueses presentes em Cannes, festival que decorre entre 13 e 24 de maio.
  • O episódio No Escuro traz entrevistas aos realizadores sobre o que esperam de Cannes e sobre os seus filmes.

Ao festival de Cannes, três realizadores portugueses integram a seleção oficial entre 13 e 24 de Maio: Tiago Guedes, Daniel Soares e Clara Vieira. O trio apresenta duas curtas e uma longa-metragem, numa edição marcada pela presença lusa no mundo do cinema.

Tiago Guedes lidera a longa aquí, uma adaptação da Triologia de Jesus, de J. M. Coetzee, com produção nacional de peso. Daniel Soares apresenta Algumas Coisas que Acontecem ao Lado de um Rio, uma obra com narrativa fragmentada que acompanha o curso de um rio. Clara Vieira, ainda estudante, vê a sua primeira obra selecionada, Onde Nascem os Pirilampos, integrada no conjunto.

Acurar o contexto da participação, o festival ocorre na cidade de Cannes, na casa de cinema francesa, com foco em obras que exploram a linguagem audiovisual. A presença de estas obras não implica necessariamente competição, mas reforça o reconhecimento internacional do cinema português.

Filmes selecionados

Aquí, a longa-metragem de Tiago Guedes, adapta a obra de Coetzee e conta a história de um pai e filho num território sem passado, com a dança como lente de compreensão do mundo. Um universo que se transforma à luz de uma criança que guarda mistérios.

No filme de Daniel Soares, a narrativa acompanha os margens de um rio, revelando o absurdo nos momentos do quotidiano através de uma estrutura fragmentada. A obra de Clara Vieira resulta de um processo coletivo, centrado num grupo de amigos, num bosque e nos seus segredos.

Onde Nascem os Pirilampos surge como trabalho estudantil de Clara Vieira, com visão coletiva de criação, expressão de território e elementos com toques de encanto fantástico. O conjunto mostra a diversidade da produção portuguesa presente em Cannes.

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