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Morreu o cartoonista João Abel Manta

Morreu João Abel Manta, cartunista, arquiteto e ilustrador de referência no pós‑25 de Abril; marcou o jornalismo com desenhos em vários diários

Portugal, um problema difícil
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  • Morreu o cartoonista, artista plástico e arquiteto João Abel Manta, figura de destaque da ilustração no pós-25 de Abril, conforme o Público.
  • Iniciou a carreira de ilustração nos anos quarenta e foi detido pela PIDE; participou no MUD Juvenil, opositora da ditadura.
  • Começou como arquiteto, contribuindo para o Conjunto Habitacional na Avenida Infante Santo, em Lisboa, e para a Associação Académica de Coimbra; depois passou a dedicar-se à ilustração, ao desenho para jornais, telas e livros.
  • Em 1961 ganhou o Prémio de Desenho na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e passou a receber encomendas para a Gulbenkian.
  • Ficou mais conhecido pelas ilustrações nos quiosques do país, com trabalhos no Diário de Lisboa, Diário de Notícias e O Jornal; foi presença regular na imprensa entre o final dos anos sessenta e o período do PREC.

Morreu João Abel Manta, cartoonista, artista plástico e arquiteto, figura de referência da ilustração em Portugal no pós-25 de Abril. A notícia foi avançada pelo jornal Público.

Abel Manta iniciou a ilustração já na década de 1940, tendo sido detido pela PIDE. Ainda jovem alinhou-se ao MUD Juvenil, movimento que combateu a ditadura.

Inicialmente, Manta destacou-se como arquiteto, participando em projetos como o Conjunto Habitacional da Avenida Infante Santo, em Lisboa, e da Associação Académica de Coimbra.

A partir dos anos 60, dedicou-se cada vez mais às ilustrações para jornais, livros e exposições, além de criar tapeçarias e cenários para teatro.

Em 1961 venceu o Prémio de Desenho na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian e começou a receber encomendas da fundação.

O seu traço tornou-se conhecido nas bancas de quiosques por todo o País, com peças publicadas no Diário de Lisboa, Diário de Notícias e O Jornal.

Entre o final dos anos 60 e o regime do PREC, manteve presença regular na imprensa portuguesa, consolidando-se como referência da desenho para notícias e cultura.

Legado

A carreira de Abel Manta abrangeu televisão, tapeçarias e cenografia, além da ilustração para imprensa, consolidando uma visão integrada entre artes visuais e arquitetura.

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