- O Dow Jones Industrial Average subiu 0,75%, voltando a ficar acima do limiar simbólico dos 50 mil pontos.
- O Nasdaq avançou 0,88% e o S&P 500 subiu 0,77%, fixando novos recordes em 26.635,22 e 7.501,24 pontos, respetivamente.
- Nvidia valorizou 4,39%, aproximando-se do limiar histórico de seis biliões de dólares de capitalização bolsista.
- A start-up Cerebras negociou a subir 68,15% no intruto de cotação, indicando entusiasmo em IA.
- Os investidores receberam positivamente as conversas entre os EUA e a China em Pequim, com expectativa de maior cooperação entre as duas maiores economias.
O pregão de Wall Street fechou em alta, com o Nasdaq e o S&P 500 a registarem novos mínimos máximos. O Dow Jones Industrial Average avançou 0,75%, ultrapassando pela primeira vez o patamar simbólico dos 50 mil pontos. O rally sustentou-se numaquilo orientação tecnológica, em meio a expectativas positivas sobre o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping na China.
O Nasdaq finalizou em 26.635,22 pontos, mais 0,88%, enquanto o S&P 500 atingiu 7.501,24, com ganho de 0,77%. O impulso decorreu de apostas na continuação do ciclo de valorização de ações tecnológicas, fortemente influenciadas pelo interesse em IA.
A Nvidia foi a grande protagonista entre os títulos tecnológicos, com subida de 4,39% e aproximação de uma capitalização de mercado de 6 biliões de dólares. A Cerebras, startup do sector, fechou a cotação a subir 68,15% relativamente ao preço de entrada.
Desempenho por setor
Investidores receberam com otimismo as discussões entre os EUA e a China, esperando maior cooperação entre as duas maiores economias, segundo analistas do sector. O trader Jose Torres, da Interactive Brokers, destacou o clima de esperança no relacionamento bilateral. Em Pequim, Xi Jinping afirmou que as portas do país devem abrir-se ainda mais, num contexto de diálogo com o governo norte-americano.
As atenções centraram-se ainda na contenção de riscos diplomáticos e na forma como as negociações poderão influenciar o acesso a tecnologia e comércio. A sessão de hoje manteve a tendência de que quedas pontuais são aproveitadas para novas compras, refletindo confiança no momento de recuperação do mercado.
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