- José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda, moveu ação de difamação contra Pedro Frazão, deputado do Chega, na qualidade de assistente no processo.
- Pureza afirma que a publicação de Frazão insinuando crimes de assédio sexual lhe causou “sofrimento psíquico e físico muito forte”, levando-o a procurar o médico de família e a iniciar medicação.
- A defesa de Pedro Frazão contesta a veracidade do testemunho, alegando que o médico de família referido se aposentou em 2020 e que não existe qualquer receita associada ao dia da alegada consulta.
- O caso insere-se no processo por difamação entre as duas figuras políticas, com o tribunal a ouvir depoimentos no âmbito da ação.
- O conteúdo relevante a este processo ainda não foi publicado na íntegra pela imprensa solicitada pela defesa para leitura completa.
O coordenador do Bloco de Esquerda (BE), José Manuel Pureza, moveu uma ação de difamação contra Pedro Frazão, deputado do Chega. Em tribunal, Pureza, presente como assistente, alegou que a publicação de Frazão insinuava crimes de assédio sexual.
A defesa de Frazão questionou a veracidade do testemunho de Pureza, afirmando que o médico de família citado se aposentou em 2020. Acrescentou que não há qualquer receita médica associada à data da alegada consulta.
Controvérsia sobre o testemunho
Segundo a argumentação apresentada, o facto de não existir registo médico relevante pode comprometer a credibilidade do que foi relatado pelo assistente. A acusação de difamação permanece em julgamento, com novas provas potenciais a ser consideradas.
O processo mantém-se em curso, sem que tenham sido divulgados detalhes adicionais sobre data, local ou outras testemunhas. As próximas sessões devem esclarecer a controvérsia sobre a relação entre a publicação e o sofrimento alegado.
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