- A Comissão de inquérito reúne-se hoje e os trabalhos podem suspender-se até receber mais informações sobre o percurso do email no Ministério.
- A resposta do Ministério da Saúde ao requerimento da Iniciativa Liberal não esclareceu a pegada digital do email com o pré-aviso de greve do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) entre 30 de outubro e 7 de novembro de 2024.
- O IL vai apresentar um novo requerimento na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, solicitando que a Secretaria-Geral do Ministério da Saúde dialogue com a Secretaria-Geral do Governo para aceder aos registos que migraram de servidor.
- O deputado Mário Amorim Lopes explicou ao Público a intenção do requerimento.
- O IL sugere ainda pedir ajuda à Microsoft para esclarecer a situação.
O que aconteceu: a Comissão de inquérito que investiga o INEM reuniu-se hoje para analisar a greve do Serviço de Emergência Pré-Hospitalar, ocorrida entre 30 de Outubro e 7 de Novembro de 2024. Ainda não está claro qual é a pegada digital do email com o pré-aviso.
Quem está envolvido: a IL (Iniciativa Liberal) apresentou um requerimento à Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM. O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) está ligado à greve. O Governo é o órgão alvo da apreciação das informações solicitadas.
Quando e onde: a reunião decorreu hoje na Comissão de inquérito, com atuação centrada no impacto das mensagens e dos registos migrados entre servidores. As diligências podem continuar suspensas até obtenção de novos dados.
Porquê (desdobramentos): a IL exige esclarecer a pegada digital do email que notificou a greve, incluindo o registo de migração de dados. O deputado Mário Amorim Lopes anunciou a intenção de pedir à Secretaria-Geral do Ministério da Saúde que recorra à Secretaria-Geral do Governo para aceder aos registos migrados.
Novo requerimento e propostas: a IL vai apresentar um novo requerimento na CPI para que a SG do Ministério da Saúde solicite junto da SG do Governo o acesso aos registos, assegurando transparência no percurso do email. A IL também sugeriu que se avalie a possibilidade de recorrer à ajuda da Microsoft para esclarecer a cadeia de custódia digital.
Fonte: PÚBLICO.
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