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EUA dizem que Teerã perdeu 90% da capacidade militar, mas continua a ser ameaça

Almirante dos EUA afirma que o Irão perdeu 90% da base industrial de defesa, mas continua capaz de desestabilizar a região.

O balanço da campanha militar contra o Irão foi apresentado pelo almirante Brad Cooper, líder do CENTCOM
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  • O almirante Brad Cooper, do Comando Central das Forças Armadas dos EUA, apresentou em audição no Senado um balanço da campanha contra o Irão.
  • A operação, iniciada a 28 de fevereiro, afirma ter destruído cerca de 90 por cento da base industrial de defesa iraniana, reduzindo significativamente a capacidade militar do país.
  • Cooper disse que o Irão vai precisar de vários anos para reconstruir o arsenal destruído, mas continua a deter meios militares capazes de desestabilizar a região.
  • Os ataques fragilizaram o apoio iraniano a grupos no Médio Oriente, incluindo o Hamas, o Hezbollah e os huthis, que já contribuíam para a instabilidade regional.
  • A audição ocorreu um mês depois do cessar-fogo entre Irão e EUA; Cooper não respondeu a questões sobre objetivos estratégicos, cadeias de abastecimento ou fontes de armamento, por alegar informação classificada.

O almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM), apresentou um balanço da campanha militar contra o Irão durante uma audição no Senado. Ele afirmou que os bombardeamentos iniciados a 28 de fevereiro destruíram cerca de 90% da base industrial de defesa iraniana, reduzindo significativamente a capacidade bélica do país.

Cooper disse que as capacidades militares do Irão foram substancialmente limitadas e que o país não representa a mesma ameaça para aliados regionais e para os EUA de outrora. Contudo, alertou que Teerão poderá levar vários anos a reconstruir o arsenal destruído.

Para além disso, o almirante indicou que os ataques afetaram a capacidade iraniana de apoiar grupos aliados no Médio Oriente, incluindo Hamas, Hezbollah e os iemenitas huthis, contribuindo para a instabilidade regional. Os grupos continuam a projetar desafio à região.

Cooper evitou responder a perguntas sobre objetivos estratégicos, impactos na cadeia de abastecimento aos aliados e fontes de financiamento e armamento, alegando proteção de informações classificadas. O foco foi justificar a ofensiva com ataques a interesses norte-americanos apoiados por Teerão.

Segundo o comandante, as ações norte-americanas e israelitas provocaram uma maior exposição de ataques contra forças dos EUA, com mais de 350 incidentes nos 30 meses anteriores ao início da ofensiva. A audição coincidiu com um mês de cessar-fogo entre os dois países.

Contexto e desdobramentos

A audiência ocorreu num momento de avaliação da evolução do conflito e das suas consequências militares. O Senado discute, assim, o papel dos Estados Unidos na região e as estratégias de dissuasão. A análise foca dados de campo e impactos táticos.

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