- O LinkedIn vai avançar com uma reestruturação do quadro de pessoal, com despedimentos previstos.
- Áreas como engenharia, produto e marketing são apontadas como potenciais impactadas, mas ainda não foram divulgados números.
- A empresa conta com 17 500 funcionários e é subsidiária da Microsoft, operando maioritariamente de forma independente.
- O CEO Daniel Shapero afirmou que a alteração visa proporcionar maior impacto aos utilizadores e maior rentabilidade.
- Este movimento insere‑se numa vaga de cortes no setor tecnológico, que já viu a Microsoft anunciar reforma antecipada voluntária para cerca de 7% dos trabalhadores nos EUA (8 750) em abril, além de terem sido anunciados despedimentos no ano anterior.
O LinkedIn, subsidiária da Microsoft, iniciou a comunicação com os seus colaboradores sobre uma reestruturação do quadro de pessoal que deverá envolver despedimentos. A medida surge numa nova vaga de cortes no setor tecnológico.
Segundo um comunicado enviado pelo CEO Daniel Shapero aos trabalhadores, a mudança visa ter um impacto maior nos utilizadores e tornar a operação mais rentável. A empresa não revelou números totais nem quais departamentos serão mais afetados, mas indicou que engenharia, produto e marketing deverão ser áreas sensíveis.
Actualmente, o LinkedIn emprega cerca de 17.500 pessoas, segundo informações disponíveis no site da empresa. O negócio foi adquirido pela Microsoft em 2016 e, desde então, tem mantido boa parte da sua operação autónoma.
Em resposta, a Microsoft referiu que, como parte do planeamento empresarial habitual, foram implementadas mudanças organizacionais para preparar o negócio para o sucesso futuro. A medida ocorre num contexto de reestruturações contínuas no setor tecnológico.
Contexto setorial
Em abril, a Microsoft informou planos de reforma voluntária para cerca de 7% da força de trabalho nos EUA, equivalentes a cerca de 8.750 postos. No ano anterior, a empresa já tinha anunciado despedimentos significativos, totalizando 15.000 funcionários.
Este conjunto de anúncios representa uma nova ronda de reduções de pessoal na indústria tecnológica, que tem enfrentado ajustes históricos enquanto a inteligência artificial ganha terreno.
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