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Portugal ainda não decidiu participação numa possível missão no estreito de Ormuz

Portugal ainda não decidiu participar na missão no estreito de Ormuz; avalia reforçar a participação da UE sem alargar o mandato da Aspides

Nuno Melo está a participar numa reunião de ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas
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  • Portugal ainda pondera reforçar os efetivos da missão naval da União Europeia no Mar Vermelho e participar numa eventual iniciativa franco‑britânica no estreito de Ormuz.
  • As Forças Armadas portuguesas já intervêm nas missões navais Atalanta, no Oceano Índico, e Aspides, no Mar Vermelho, com militares no quartel‑-general.
  • Não está em causa um alargamento do mandato da missão Aspides para Ormuz; pode haver aumento da participação, mas a decisão ainda não foi tomada.
  • O Governo entende que a decisão deve ser tomada conforme as circunstâncias, e Portugal terá uma palavra a dizer no momento certo.
  • França e Reino Unido organizam uma reunião de ministros da Defesa para discutir uma missão multinacional em Ormuz, com o Chefe do Estado-Major-General representado por videoconferência; Portugal ainda não definiu se contribuirá com meios navais.

Portugal ainda não decidiu se participa na missão naval da UE no estreito de Ormuz. O país pondera reforçar os efetivos da missão no Mar Vermelho e, em paralelo, avaliar uma eventual iniciativa franco-britânica no estreito. A declaração foi feita por Nuno Melo, ministro da Defesa, em Bruxelas.

No encontro de ministros da Defesa da UE, Melo disse que Portugal já participa na operação Atalanta, no Oceano Índico, e na missão Aspides, no Mar Vermelho. A possibilidade de reforçar a participação depende das circunstâncias e ainda não está tomada uma decisão.

Sobre o alargamento do mandato da missão Aspides para o estreito de Ormuz, o ministro afirmou que não está em causa um alargamento automático. O que se discute é, se for o caso, uma participação adicional de Portugal, cuja decisão cabe ao Governo.

Missão no estreito de Ormuz e participação portuguesa

Questionado sobre votar hoje a extensão da missão, Melo respondeu que Portugal terá uma palavra a dizer no momento certo, sem adiantar posição. O Governo ainda não definiu como votará nesse tema, conforme as negociações avançarem.

Relativamente à reunião entre França e Reino Unido para impulsionar uma missão multinacional no estreito de Ormuz, Portugal estará representado pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, por videoconferência. A posição portuguesa deverá surgir após a recolha de dados necessários.

O ministro reiterou que a decisão será tomada com base em todas as informações disponíveis, mantendo Portugal num espaço de discernimento até haver uma determinação governamental. Enquanto isso, o tempo é de escuta e análise.

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