- O número de reformados públicos em Portugal atingiu 2,7 milhões de pensionistas, segundo o Instituto Nacional de Estatística, reflectindo envelhecimento da população e mudanças nas regras de aposentação.
- A duração média das pensões fixou-se em 22 anos, mais dois anos em relação ao ano anterior, o valor mais elevado desde que há registos.
- Ambos os indicadores atingiram máximos históricos, de acordo com os dados do INE.
O número de reformados públicos em Portugal atingiu máximos históricos, com um total de 2,7 milhões de pessoas a receber pensões, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). O aumento reflete o envelhecimento da população e alterações nas regras de aposentação.
A duração média das pensões também subiu, fixando-se em 22 anos. Este valor representa um aumento de dois anos em relação ao ano anterior e é o mais elevado desde o início dos registos.
Os números, divulgados pelo INE, indicam um contributo conjunto do envelhecimento populacional e de mudanças no regime de aposentação. A maior longevidade da população explica parte do crescimento da duração das pensões, enquanto outros fatores podem incluir ajustes de elegibilidade e de valor das prestações ao longo do tempo.
Dados reportados pelo INE
Apenas reforçando, o INE aponta que 2,7 milhões de reformados recebem pensões, números que se mantêm estáveis em termos de tendência de aumento nos últimos anos. A duração média das pensões, de 22 anos, continua a refletir o envelhecimento da população e o aumento da esperança de vida em Portugal.
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