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Ghibli vence Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades 2026

Ghibli vence o Prémio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades de 2026, pela criatividade artesanal que transforma imaginação em conhecimento

‘A viagem de Chihiro’, um dos filmes mais populares dos Estúdios Ghibli
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  • O estúdio de animação japonês Ghibli recebeu o Prémio Princesa de Astúrias de Comunicação e Humanidades 2026, atribuído pela Fundação Princesa das Astúrias, por transformar criatividade em conhecimento e comunicação.
  • O júri destacou o uso de um processo artesanal criativo, com histórias universais que promovem amizade, empatia, tolerância, respeito pelas pessoas e pela natureza.
  • Fundados em 1985 por Hayao Miyazaki, Isao Takahata e Toshio Suzuki, os Ghibli são uma das produtoras de animação mais icónicas do mundo.
  • Entre as obras conhecidas estão O meu vizinho Totoro, Princesa Mononoke, Viagem de Chihiro, Ponyo à beira mar, O Túmulo dos Pirilampos e O conto da princesa Kaguya.
  • Em 2023, os Ghibli passaram a ser subsidiária da estação de televisão Nipónica NTV; em 2024, a Palma de Ouro de Honra do Festival de Cannes foi atribuída a um projeto cinematográfico dos estúdios.

O Prémio Princesa das Astúrias de Comunicação e Humanidades 2026 foi atribuído aos estúdios de animação japoneses Ghibli pela Fundação Princesa das Astúrias. O galardão reconhece que a criatividade dos Ghibli se transformou em conhecimento e comunicação.

O júri destacou o uso de um processo artesanal criativo para criar histórias universais repletas de sensibilidade e valores humanos, como amizade, empatia, tolerância, respeito pelas pessoas e pela natureza.

Fundados em 1985 por Hayao Miyazaki, Isao Takahata e Toshio Suzuki, os Ghibli são uma das mais icónicas produtoras de cinema de animação a nível mundial. Os filmes atravessam fronteiras e gerações.

O júri elogiou que os filmes ultrapassam fronteiras e servem de referência face aos desafios de uma sociedade globalizada e à defesa do ambiente, celebrando o quotidiano e o silêncio como parte essencial das narrativas.

Entre as obras destacadas estão O meu vizinho Totoro (1988), Princesa Mononoke (1997), Viagem de Chihiro (2001) e Ponyo à beira-mar (2008), todos de Miyazaki, bem como O Túmulo dos Pirilampos (1988) e O conto da princesa Kaguya (2013) de Takahata, falecido em 2018.

O estúdio desenvolveu-se a partir de Nausicaä do Vale do Vento (1984), que surgiu de uma banda desenhada de Miyazaki, com desenho manual e uso de aguarela e acrílico.

Em 2023, com O rapaz e a garça, o último filme de Miyazaki, os Ghibli passaram a ser uma subsidiária da estação de televisão Nippon TV (NTV).

Em 2024, o Festival de Cannes atribuiu Palma de Ouro de Honra a um projeto cinematográfico dos Ghibli, reconhecendo uma das grandes aventuras da cinefilia entre tradição e modernidade.

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