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Estafeta condenado à morte por raptar e assassinar menina em furgão de entregas

Estafeta da FedEx condenado à morte no Texas por rapto e assassinato de menina de sete anos, com áudio gravado no camião e ADN sob as unhas

Tribunal assistiu a vídeos gravados dentro do veículo de entregas do homicida
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  • Um estafeta da FedEx, Horner, foi condenado à morte no Texas, EUA, por raptar e matar uma menina de sete anos em 2022.
  • O julgamento proporcionou uma gravação de áudio dos momentos finais da criança dentro do camião de entregas, após o rapto em Fort Worth.
  • Horner cobriu a lente da câmara do veículo e, mais tarde, ouviu-se a voz da menina e sons do ataque, incluindo pancadas e estrangulamento.
  • No dia seguinte ao rapto, Horner simulou surpresa ao ouvir que a área estava isolada devido a uma investigação de sequestro; a menina foi encontrada morta dois dias depois no rio Trinity.
  • O procurador informou que o ADN de Horner estava debaixo das unhas da vítima e em locais incomuns; Horner já se tinha declarado culpado de homicídio qualificado e sequestro agravado, e a pena de morte foi confirmada pelo júri. A execução por injecção letal ainda não tem data.

Um estafeta da FedEx foi condenado à pena de morte no Texas, Estados Unidos, após se declarar culpado do rapto e assassinato de uma menina de sete anos em 2022, em Fort Worth. O veredito encerra um julgamento que se iniciou meses antes e durou várias semanas.

As provas incluíram uma gravação de áudio registada no interior do camião de entregas, que captou os momentos finais da vítima, e o desfecho violento do ataque. O suspeito, Horner, sequestrou Athena Strand na altura da entrega de um presente de Natal. A câmara teve a lente encoberta, passando a registar apenas áudio.

O dia seguinte ao rapto também foi apresentado em tribunal, com Horner a regressar ao local da rede de entregas e a fingir surpresa diante de uma investigação em curso. Segundo o procurador, foi óbvio o desfecho planeado, com o arguido a insistir para concluir a entrega de encomendas.

O corpo da criança foi encontrado dois dias depois no rio Trinity, próximo da propriedade. A autópsia apontou como causa da morte um traumatismo contuso seguido de estrangulamento. O ADN de Horner foi detetado debaixo das unhas de Athena e em zonas onde não seria esperado para uma criança.

Investigação e julgamento

No início do processo, o arguido já se tinha declarado culpado de homicídio qualificado e de sequestro agravado. A defesa alegou doença mental e autismo, pedindo uma condenação a prisão perpeta. O júri optou pela pena máxima prevista pela lei estadual.

Horner aguarda a execução por injeção letal, cuja data ainda não foi anunciada. A decisão judicial prossegue com os prazos legais para estabelecer o momento da execução. O caso permanece sob escrutínio pela comunidade local.

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