- A CDU pediu intervenção urgente nas cantinas escolares do Porto, afirmando que funcionam sem condições aceitáveis.
- Em reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, foram sinalizadas várias escolas com falta de pessoal, equipamentos avariados há meses ou anos e degradação das condições de trabalho e de serviço às crianças.
- Entre os problemas referidos constam arcas frigoríficas, fornos, máquinas de lavar loiça, fogões, balanças, fritadeiras, marmitas de sopa e falta de água quente.
- A autarquia deve fazer um levantamento urgente, reparar ou substituir equipamentos e reforçar as equipas, além de fiscalizar cadernos de encargos e garantir higiene e qualidade alimentar.
- Em abril, o sindicato denunciou más condições na Escola Manoel de Oliveira; a ASAE informou, a 27 de abril, de conformidade total do funcionamento do serviço naquela cantina.
A CDU pediu intervenção urgente nas cantinas escolares do Porto, alegando que funcionam sem condições aceitáveis. O pedido foi feito esta quarta-feira, após reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte.
Segundo o comunicado do grupo municipal, o sindicato informou várias escolas com falta de trabalhadores, equipamentos avariados há meses ou anos e sobrecarga das equipas. Foram apontadas situações em várias escolas do concelho.
Entre os problemas referidos estão arcas frigoríficas, fornos, máquinas de lavar loiça, fogões, balanças, fritadeiras, marmitas de sopa e falta de água quente. Em alguns casos, as dificuldades duram mais de um ano.
A CDU exorta a Câmara do Porto a realizar um levantamento urgente de todas as cantinas, reparar ou substituir os equipamentos e reforçar as equipas de trabalho. A autarquia deve fiscalizar o cumprimento dos cadernos de encargos, mesmo em contratos concessionados, afirma o partido.
A 14 de abril, o Sindicato denunciou pela primeira vez a falta de condições na cantina de uma escola do Porto, a EB 2/3 Manoel de Oliveira, com relatos de cozinHas sem fogão e presença de ratos. Essas informações foram veiculadas pela imprensa à data.
Na altura, o presidente da Câmara, Pedro Duarte, afirmou conhecer apenas esse caso e garantiu que o problema seria resolvido rapidamente. Afirmou que o fogão seria substituído nos dias seguintes, após reuniões com o sindicato.
Em 27 de abril, a Câmara informou que a ASAE realizou uma fiscalização na cantina da Escola Manoel de Oliveira e concluiu pela total conformidade do funcionamento, sem inconformidades detetadas.
Entre na conversa da comunidade