- A procura por tratamentos estéticos minimamente ou não invasivos tem aumentado, tanto internacionalmente como em Portugal.
- Médicos destacam a importância de conversas realistas com os pacientes antes de avançarem com os procedimentos.
- A tendência ganhou impulso durante a pandemia, com as pessoas a observar a própria imagem em ecrãs durante reuniões virtuais.
- O fenómeno é impulsionado pela exposição constante nas redes sociais e pelo foco na autoimagem.
- Não há sinais de abrandamento na “corrida ao embelezamento”.
Nos últimos anos, a procura por tratamentos estéticos minimamente ou não invasivos aumentou de forma consistente. Médicos destacam que a conversa realista com os pacientes é essencial para orientar escolhas seguras e alinhadas com as expectativas.
A prática clínica indica uma escalada no uso destes procedimentos, acompanhando uma tendência global. A fase pandémica intensificou o fenómeno, com as pessoas a olhar com mais frequência para a própria imagem refletida nos ecrãs durante reuniões virtuais.
Em Portugal, o fenómeno também se verifica, alimentado pela exposição constante nas redes sociais. Especialistas alertam para a importância de avaliar riscos, custos e realistas resultados, evitando promessas exageradas ou práticas inadequadas.
A motivação por soluções estéticas não invasivas está ligada à perceção de menor risco e de recuperação rápida. Contudo, médicos sublinham a necessidade de decisões informadas, com indicação clínica adequada e acompanhamento profissional.
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