Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

EUA vão retirar cinco mil tropas da Alemanha

Retirada de cinco mil militares dos Estados Unidos da Alemanha, prevista para seis a doze meses, reduz a presença na Europa aos níveis de 2022 e afeta a NATO

Friedrich Merz e Donald Trump na Casa Branca
0:00
Carregando...
0:00
  • O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, ordenou a retirada de cerca de cinco mil soldados norte-americanos da Alemanha no próximo ano, segundo o Pentágono.
  • A retirada deve ficar concluída nos próximos seis a doze meses; uma brigada de combate será retirada e um batalhão de artilharia de longo alcance já não será deslocado.
  • Com a operação, o nível de tropas norte-americanas na Europa ficará similar aos valores pré-2022, antes da invasão da Ucrânia pela Rússia.
  • A medida surge numa escalada de tensão entre Washington e Berlim, incluindo aumento de tarifas e críticas à posição alemã sobre o estreito de Ormuz.
  • Em paralelo, Donald Trump anunciou um aumento das tarifas sobre veículos da União Europeia para 25%; a base aérea de Ramstein foi citada como exemplo de importância estratégica.

O secretário da Defesa dos EUA ordenou a retirada de cerca de 5000 militares da Alemanha no próximo ano, anunciou o Pentágono. A decisão ocorre numa fase de tensões entre Washington e Berlim, em meio a tarifas crescentes e descontentamento com a posição alemã no estreito de Ormuz.

A retirada deverá ficar concluída entre seis e doze meses. Será desmantelada uma brigada de combate, e o envio de um batalhão de artilharia de longo alcance, planeado pelo governo anterior, já não avançará para a Alemanha este ano.

A medida visa reduzir o total de tropas norte-americanas na Europa a níveis anteriores a 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia. O Pentágono citou a frustração com a retórica de aliados e o apoio a operações que beneficiam Washington.

Contexto internacional

A decisão surge num momento de fricções com a Alemanha, associadas ao bloqueio de Ormuz e à relutância de aliados europeus em cooperar com a reabertura da via marítima. O Irão pretende controlar o corredor, elevando custos e riscos para o setor petrolífero.

Reação na Alemanha

O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que os EUA se ressentem de sinais de humildade por parte da liderança iraniana, o que intensificou o tom de Washington. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Johann Wadephul, disse que a Alemanha está aberta a discutir uma redução de tropas, mantendo as bases norte-americanas relevantes, como Ramstein.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais