- O júri internacional da Bienal de Arte de Veneza, presidido pela curadora brasileira Solange Oliveira Farkas, demitiu-se poucos dias antes da abertura.
- A decisão surge após a autorização da participação da Rússia no evento.
- Em nota, a organização informou apenas ter recebido o pedido de demissão do júri da 61.ª bienal.
- O jornal italiano La Reppublica afirma que a inauguração oficial, marcada para 9 de maio, foi cancelada.
- A agência France-Presse (AFP) noticia a demissão e destaca o contexto da participação russa.
O júri internacional da Bienal de Arte de Veneza, presidido pela curadora brasileira Solange Oliveira Farkas, demitiu-se a poucos dias da abertura do evento. A decisão é associada à polémica em torno da participação da Rússia.
Em nota de imprensa, a organização indica apenas ter recebido o pedido de demissão do júri da 61.ª Bienal. A agência France-Presse acrescenta que a demissão ocorreu após autorização da participação russa.
O jornal italiano La Repubblica relata que a inauguração oficial, prevista para 9 de maio, foi cancelada. A confirmação oficial sobre o cancelamento não veio diretamente da organização, segundo o veículo.
Até ao momento, não há confirmação de novas datas ou de substituições para o júri. O evento segue em questão com a possível reprogramação de atividades associadas à 61.ª Bienal.
A repercussão envolve o papel de Veneza como palco de expressão artística internacional e as tensões diplomáticas associadas a ações de Estados não europeus, refletindo o momento atual da cultura global.
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