- A Lipor afirma não ter conhecimento da deposição ilegal de lixo em terrenos junto à antiga lixeira de Laundos, na Póvoa de Varzim.
- A empresa está a preparar um concurso para limpeza e vedação de todo o espaço, e já está a produzir placas informativas para sinalização de proibição de deposição de resíduos.
- O BE denunciou o caso, que também levou o deputado Fabian Figueiredo a questionar a ministra do Ambiente e da Energia.
- A Câmara da Póvoa de Varzim está a acompanhar a situação em articulação com a Junta de Freguesia de Laundos e a GNR, para resolver rapidamente.
- Segundo o BE, junto à antiga lixeira, em terrenos da Lipor, há toneladas de entulho de obras, colchões, roupa, mobiliário, plásticos e telhas de amianto depositados ilegalmente.
A Lipor afirmou que desconhecia a dimensão do depósito ilegal de lixo junto à antiga lixeira de Laundos, na Póvoa de Varzim. A denúncia foi feita pelo Bloco de Esquerda (BE) e gerou reação de várias entidades locais.
A Câmara da Póvoa confirmou ter sido informada pelo JN sobre a ocorrência e contactou a Junta de Freguesia de Laundos e a GNR, ambas a dizerem não ter conhecimento adequado do caso ou de queixas recebidas.
A Lipor, responsável pela gestão de resíduos de oito concelhos da Região Metropolitana do Porto, está a preparar o concurso para limpar e vedar todo o espaço, com recurso a sinalização de proibição de deposição de resíduos.
Situação atual e medidas em curso
A Lipor explicou que os terrenos são espaço florestal/agrícola, com localização próxima de vias de circulação, o que facilita descargas ilegais. Ao longo dos anos, a empresa tem desenvolvido ações de limpeza e vedação, com remoção de vedações existentes em várias ocasiões.
A entidade adiantou que já está em execução a produção de placas informativas e a contratação para limpar e vedar os terrenos, a fim de impedir novas deposições ilegais. O objetivo é resolver rapidamente a situação em parceria com as autoridades locais.
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