- Quase quatro anos após a sabotagem do Nord Stream 2, surge a alegação de responsáveis, incluindo uma ex-modelo pornográfica ucraniana apelidada de “Freya”.
- Freya terá participado diretamente na sabotagem, efetuando mergulhos com cerca de 80 quilos de equipamento para plantar explosivos nos gasodutos, em condições difíceis.
- A operação seria planeada por uma unidade de elite ucraniana liderada por dois veteranos das forças especiais; o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky afirma não ter conhecimento da sabotagem.
- A investigação mostrou material antigo, incluindo fotografias explícitas; a identidade de Freya levantou dúvidas, com a hipótese de usar o passado como disfarce.
- Freya trabalha hoje como instrutora de mergulho tático militar e deverá integrar as forças armadas ucranianas; há ainda evidências de ex-agentes ucranianos treinados pela CIA e de um suspeito detido na Alemanha, Serhij K.
Numa investigação sobre a sabotagem do Nord Stream 2, ocorrida há quase quatro anos, surgem novas informações sobre uma alegada autora identificada como “Freya”. O conteúdo, divulgado pelo The Wall Street Journal, aponta para uma ex-modelo pornográfica ucraniana que, segundo a reportagem, participou diretamente na operação.
De acordo com Bojan Pancevski, jornalista do WSJ, a sabotagem foi planeada por uma unidade de elite ucraniana, presidida por dois veteranos das forças especiais. A missão visava identificar fontes de financiamento da Rússia na guerra, atravessando uma linha de risco elevado para os participantes.
Pancevski sustenta que Freya terá usado mergulho com cerca de 80 kg de equipamento para colocar explosivos nos gasodutos. O relato afirma que, ao longo de mergulhos em condições adversas, a participação da mulher foi destacada como a mais corajosa do grupo.
O jornalista relata ainda que o então chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia, Valery Zaluzhny, informou o presidente Volodymyr Zelensky sobre o plano. Zelensky, contudo, nega ter conhecimento da sabotagem até ao momento.
Entre documentos analisados, surgiram fotografias antigas de Freya, já associadas a um passado pornográfico. A investigação sugere que a antiga atividade poderia ter funcionado como disfarce, caso fosse usada como justificante em interrogatórios.
Presentemente, Freya é descrita pela imprensa internacional como instrutora de mergulho tático militar e estaria integrada nas forças armadas da Ucrânia. Esta informação reforça o alegado envolvimento contínuo nos mecanismos de defesa do país.
Outra linha de investigação jornalística sugere a participação de ex-agentes ucranianos treinados pela CIA, com alegações de que os EUA teriam conhecimento do plano. A imprensa aponta que estes elementos teriam informado a Alemanha sobre a operação.
Até ao momento, Serhij K, um cidadão ucraniano detido na Itália, foi extraditado para a Alemanha e aguarda julgamento. Acusado de explosão e sabotagem contra a ordem constitucional, permanece como único suspeito sob custódia.
Entre na conversa da comunidade