- Paollo Zampolli, conselheiro de Donald Trump, fez declarações ofensivas sobre mulheres brasileiras, sugerindo que interferem e causam confusão entre as pessoas.
- O episódio ocorre num contexto de desgaste na relação entre os Estados Unidos e o Brasil.
- Zampolli, que ocupa o cargo de enviado especial da Casa Branca para Assuntos Globais, tem histórico de facilitar negócios de Trump e já dirigiu uma agência de modelos.
- O político nasceu em Milão e naturalizou-se norte-americano, mantendo uma ligação antiga com Trump, incluindo a apresentação de Melania Trump ao então marido.
- Ao separar-se da ex-mulher Amanda Ungaro, ela o acusa de crimes sexuais e violência doméstica; segundo o New York Times, Zampolli denunciou-a à imigração, levando à deportação dela em outubro do ano passado.
O envolvimento de Paollo Zampolli em novo episódio tensiona a relação entre os EUA e o Brasil. O conselheiro de Donald Trump, enviado especial da Casa Branca para Assuntos Globais, fez comentários ofensivos dirigidos às mulheres brasileiras, chamando-as de raça maldita e afirmando que causam confusão a todos ao redor.
Zampolli, italiano naturalizado norte-americano de 56 anos, tem trajetória ligada a negócios de Trump e ao mundo das modelos. Entre elogios à relação com o ex-presidente, surgem acusações de comportamento agressivo e desprezo por mulheres brasileiras, segundo relatos de quem o acompanhava há anos.
A controvérsia ganha contornos à luz de informações históricas sobre o círculo próximo de Trump. O conselheiro casou-se em 2003 com Amanda Ungaro, com quem manteve relação de quase 20 anos e tem um filho. Anos depois, a separação levou a acusações mútuas de violência e a casos legais que ficaram sob escrutínio público.
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