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Ana Rita Teodoro e Xana Novais discutem sonhos e morte no DDD

DDD celebra a décima edição com performances que exploram política, corpo e presença, revelando a diversidade de experiências da dança contemporânea

Em *How to Kill... For the Sake of Dying*, Xana Novais volta a reclamar a liberdade total, sem moralismos nem condicionalismos, na arte como na vida
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  • O DDD — Festival Dias da Dança celebrou a sua décima edição e terminou no último domingo.
  • As peças em foco foram Sonhos Comuns, de Ana Rita Teodoro, e How to Kill… For the Sake of Dying, de Xana Novais.
  • As performances exploraram a linguagem da dança e da performance, com foco em corpo, gesto, ritmo, odor, voz, imagens e presença em palco.
  • A mostra destacou abordagens amplas e díspares, não condensáveis, convidando o público a atravessar diferentes experiências.
  • O festival sublinhou uma ideia de dança que questiona normas e convenções, com dimensão política e presença contundente no decorrer do evento.

Ana Rita Teodoro e Xana Novais apresentaram trabalhos no Festival Dias da Dança (DDD), na décima edição. Os espetáculos exploraram a performance como prática artística e questionaram limites entre corpo, gesto e público. O evento ocorreu ao longo da última semana, em Portugal.

O DDD encerrou no passado domingo, reunindo propostas de várias artistas. Em foco estiveram as peças Sonhos Comuns e How to Kill… For the Sake of Dying, de respectivas criadoras, que cruzaram temas de memória, identidade e política corporal.

Quem esteve envolvido

  • Ana Rita Teodoro apresentou Sonhos Comuns. – Xana Novais mostrou How to Kill… For the Sake of Dying. O festival contou com encenadores, bailarinos e produtores, ligados à dança contemporânea.

Quando e onde

O festival decorreu durante a semana, com encenações em espaços da cidade, criando uma cartografia de salas e itinerários performativos. A cerimónia de encerramento aconteceu no domingo seguinte às estreias.

Porquê

Os artistas propuseram uma leitura critica sobre a prática performativa. A curadoria valorizou a experimentação, o corpo em palco e a relação com o público, abrindo espaço para reflexões sobre poder, linguagem e resistência.

Desdobramentos

Os espetáculos apresentaram ritmos, sons e gestos que desafiam convenções. Cada peça permitiu diferentes leituras, mantendo o foco na experiência sensorial do público e na ética da presença no espaço cênico.

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